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    A nossa luta contra o pecado

    Por Rev. Olivar Alves Pereira * Sabe aquela explosão de ira que temos quando alguém faz algo que nos ofende ou nos faz sentirmos injustiçados? Pois é, o nome disso é falta de domínio próprio e isso é pecado. E aqueles pensamentos impuros de ordem sexual que...

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    A escolha de Esaú

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    “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mt...

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Más companhias

Postado por Georges Nogueira em Apologia, Comportamento |
Há aqueles que fazem mau uso da cruz.

Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido? Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego. Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste. A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos. Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo. Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer. Contudo, tu és quem me fez nascer; e me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe. A ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus. Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda. Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes. Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me. Livra a minha alma da espada, e, das presas do cão, a minha vida. Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos; sim, tu me respondes. A meus irmãos declararei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação; (Sl 22.1-22).

Às vezes o velho homem me visita. Geralmente, são encontros rápidos, que duram poucos minutos. Sempre o mando embora com certa violência. É de conhecimento público que não o tolero (vide post aqui).

Sua última visita, contudo, se estendeu por longos dias. Encontrou abrigo e afago no seio da Igreja.

Encontrou entre os “irmãos”, terreno propício para se acomodar, se estabelecer e se fortalecer. Não sou perfeito. Sempre disse isso aqui. Também sempre denunciei todo comportamento avesso à Palavra de Deus. Seria hipócrita se não denunciasse meu próprio erro.

Errei. Diante da calúnia, da ofensa, da hipocrisia cometida por alguns que me chamam de irmão, acabei por me aproximar perigosamente do velho homem.

Sim. Os que me chamam de irmão. Os que me estendiam a mão no falso cumprimento tramavam para me desacreditar, para abortar um ministério ainda em gestação.

Eu quis defender a verdade, e dela munido, imaginei que não poderia encontrar resistência. Pelo menos não o tipo de resistência que se encontra no mundo fora da Igreja.

Estava enganado. A realidade que eu tanto havia lutado para evitar, explodiu incontrolável através da rapina de crentes formais que continuam como sempre foram. “Novas criaturas” só no nome. Obreiros que apenas trocaram de roupa e de trejeitos, mas não vivem Evangelho algum.

Quem deveria acolher os novos trabalhadores na seara do Senhor com amor, lhes encorajando e fortalecendo é justamente quem está pronto para lhes impedir o crescimento.

Ao me descobrir perdido entre tantos “irmãos” de coração incircunciso, me deixei levar pela mágoa e pelo rancor. Durante este mês, lapso de tempo lastimável que luto ainda para esquecer (os dias, não a lição duramente aprendida neles), me mantive afastado deste blog para que minha amargura não me levasse a depor contra o Evangelho.

Ao final, sobrou a resignação obrigatória e a certeza de que as maquinações humanas não poderão jamais impedir o plano de Deus na vida de quem quer que seja. A vida cristã é um constante aprendizado. E sabemos que o Senhor nos sustenta quando escolhemos a porta estreita.

Oro para que o Senhor nos livre, a mim e a meus irmãos, pecadores como eu, da presença nefasta do velho homem.

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6 Comentários para "Más companhias"

  1. Caro Georges,

    Alguma coisa me dizia que o irmão se encontrava amargurado, talvez pelo distanciamento deste blog, quem sabe apenas um sentimento, uma intuição. Pelo jeito, passamos por coisas muito semelhantes em nossas igrejas.

    Ah, como eu venho lutando contra esse velho homem meu irmão! Posso te falar de cátedra. Ele sempre teimando em aflorar, e eu o combatendo duramente. Mas chega um momento em que a dor, a impotência, o ceticismo com uma igreja doente, a tristeza com muitos irmãos faz explodir a amargura em nós. Esse é o momento mais difícil de controlar aquela velha criatura, leão furioso que teima em escapar dos muros da nossa mente, da alma, do espírito.

    Engraçado, pois este seria o momento de dizer, perdi. Mas, pelo contrário, é exatamente o momento em que me sinto mais próximo do Eterno, eis porque vislumbro a sua presença nessa minha fraqueza lancinante. Ele me sustenta, já que a decepção toma conta de tudo, atingindo a muitos daqueles que amo. Os dias são maus e não significa que teremos vitórias. Muitas vezes perderemos e vencerá a heresia, a apostasia se firmará nos púlpitos. No entanto, que não seja o erro a nos transformar, a nos modificar, a nos tornar piores, mas a presença de Cristo, ainda que seja apenas ela, nos sustente sempre!

    Não desista companheiro! Estarei orando por você, pois imagino que o que você sente é o que também sinto. Lute contra a velha criatura. Deus está contigo, Ele não te abandonará jamais. A dor molda e forja um caráter mais forte, mais resistente, mais sábio. Busque o equilíbrio no único que pode lhe dar: Cristo. Tenho orado muito, quando a vontade era explodir. Outras vezes explodi, e não gostei, pois o gosto da bile na boca me faz relembrar aquela velha criatura, a qual quero que morra em mim.

    Que Deus o abençoe em todos os dias da sua vida, e lhe dê sabedoria para cuidar das feridas da alma.

    Em Cristo, o nosso único caminho!

    Ricardo

  2. Cynthia Nogueira disse:

    Eu não tinha condições de comentar nada neste post até o dia de ontem.
    Hoje, depois do que vivi no culto/show/puro rock que assisti, posso colocar o coração para falar por mim.
    Deus curou me. Tirou de mim a dor e mágoa.
    A palavra do Senhor diz que a lingua é pior do que a espada. Eu digo que a faca metafórica que me acertou pelas costas doeu mais do que o golpe de uma lâmina afiada, típica de meus ancestrais baianos.
    Porém, pelo Senhor Jesus, decidi viver e por Ele permanecerei firme no propósito.
    Somente cabe a mim, de agora em diante, orar para que Deus liberte aqueles que usaram do pecado para alcançar seus propósitos e justificar seus atos, possam enfim ver que a seara precisa de homens e mulheres realmente fortalecidos pela palavra e que não se preocupam com cargos, títulos, influência, mas com perdidos, carentes da salvação, pecadores.
    Que possam entender que o galardão de Deus é maior e mais árduo do que obter o reconhecimento de homens.
    E finalmente, que NADA e nem NINGUÉM impedirá minha caminhada em busca da verdade, pois o Senhor Jesus me escolheu para serví-lo e somente Ele é quem decide o momento de terminar a obra.

  3. Terezinha Maria disse:

    “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza,.De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. porque, quando estou fraco, então é que sou forte” 2Co12:9-10.
    Graça, graça, graça….para todas as montanhas serem derrubadas em nossas vidas.
    Recentemente visitei o site underground de Portas Abertas, e vi ali um artigo que me emocionou, sugiro que vcs o leiam; A distinção do amor.
    grande abço aos irmãos,

  4. Me resta agradecer pelos comentários sempre oportunos, irmã terezinha!

    Que Deus nos abençoe a todos!

  5. Terezinha Maria disse:

    Irmãos: É isso que faz o cristianismo ser totalmente diferente de todos os outros “ismos”; ele nos dispensa o reconhecimento de quem somos, e de Quem Ele é!
    O que mais me motiva a continuar querendo ser marcada por Deus, é essa generosidade abundante do Senhor! Ele me impulsiona a cada vez mais desejar Sua porta estreita. Nesse privilégio, Ele me ajuda a garimpar Seus mais altos padrões de beleza, através da pureza e sinceridade de reconhecer quem eu sou:alguém, somente alguém…. mais e mais dependente Dele!
    abços em Cristo

  6. Terezinha Maria disse:

    Ops!…..não há de quê irmão! Às vêzes me esqueço de alguns retornos, e me faço indelicada, perdoe-me!
    Grande é O Senhor, e mui Digno de louvor!

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