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Minha declaração de fé.
1 – Creio que a Bíblia Sagrada composta pelos 39 livros do Antigo Testamento e pelos 27 do Novo Testamento foi inspirada por Deus, e como tal é inerrante, perfeita, infalível, completa, soberana, permanente e absolutamente exata; digna de toda credibilidade e única regra de fé normativa para a vida de todos os homens; única fonte do conhecimento capaz de moldar o caráter de cada pessoa conforme a infinita sabedoria e bondade de Deus.
2 – Creio que existe um só Deus Vivo, Todo Poderoso Criador e Sustentador dos céus, da terra e de tudo o que neles há; que existe eternamente por si mesmo; que é Onipotente, Onipresente, Onisciente, Infalível e Perfeito em Sua Santidade; Fonte Infinita de todo o amor, de toda a justiça, de toda a bondade. Autor da vida. Infinitamente misericordioso para salvar o pecador de todos os seus maus caminhos. Que subsiste eternamente em três Pessoas distintas, mas unas através da Divina Essência que as compõe: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Que é o único merecedor de todo louvor, de toda honra e de toda a glória para sempre.
3 – Creio que Jesus Cristo é o Messias anunciado pelos profetas e ainda hoje erroneamente esperado por Israel; que existe desde sempre e para o qual tudo se fez, por intermédio do qual tudo se fez. O cordeiro imaculado que foi imolado para levar sobre si os meus e os seus pecados; o Salvador de toda a humanidade; Criador e Consumador da minha fé; creio em sua concepção sem pecado da virgem Maria através da Santíssima obra do Espírito Santo; que viveu neste mundo como perfeito e verdadeiro Deus e homem. Somente Ele foi homem perfeito em santidade e obediência, vivendo uma vida humana imaculada, sentindo, por absoluta graça e misericórdia as dores reservadas aos homens caídos pelo pecado. Que morreu verdadeiramente uma morte vicária e expiatória pagando pelos pecados que jamais cometera, comprando desta forma por preço justo a vida daqueles que o seguem; que ressuscitou com seu corpo de carne e sangue ao terceiro dia; que ascendeu gloriosamente com seu corpo ressurreto aos céus, onde é o único mediador entre Deus e os homens, e de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
4 – Creio que o homem foi criado para governar este mundo junto a Deus, tendo sido criado em Adão à imagem e semelhança do Deus Vivo; que graças a sua pecaminosidade desobediente o homem se destituiu da glória de Deus, tendo sua semelhança com o Divino corrompida, causando separação mortal entre o homem e a Santidade Infinita de seu Perfeito Criador. Que em função de seu pecado o homem promoveu a morte de seu espírito, que é componente do homem junto com o corpo e a alma.
5 – Creio que a única salvação do homem caído e condenado à morte é o novo nascimento pela fé em Jesus o Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus; Creio na salvação provida pela morte vicária e expiatória do Senhor Jesus na cruz do calvário, que entregou a si mesmo e derramou o seu imaculado sangue em favor de todos nós para a remissão dos nossos pecados e para a expiação de nossa culpa perante Deus; Creio que o sacrifício do Cristo é perfeito e suficiente para a salvação de toda a humanidade, não se admitindo qualquer forma de complementação ou substituição à obra redentora gratuita – e por nós imerecida – de nosso Salvador.
6 – Creio que o batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma única e bastante vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo é passo indispensável na admissão dos pecados de que somos portadores e prova primeira da intenção de seguir ao Senhor Jesus Nosso Salvador, a Ele servindo, louvando e adorando.
7 – Creio que a única forma de vida santa mediante a magnífica obra expiatória e redentora do Senhor Jesus no Calvário é a busca incessante de intimidade e comunhão com o Senhor através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo e a guardar seus mandamentos em perfeita obediência em tudo.
8 – Creio que o batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão do Cristo é prova inequívoca da sinceridade da busca de santidade e comunhão do cristão até aquele momento; creio que a evidência inicial de falar em outras línguas conforme a vontade do Salvador atesta o batismo no Espírito mesmo que esse sinal nunca mais volte a se manifestar na vida do cristão batizado no Espírito, que conforme a vontade do Senhor pode receber Dom diverso.
9 – Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade; que o Espírito Santo atua ainda hoje na vida da Igreja como um Regenerador, Consolador, Orientador, Capacitador, Intercessor e Ajudador, qualificando os membros da Igreja para a obra do Reino dos Céus aqui na terra; creio que o Espírito Santo de Deus atua também na vida dos ímpios e descrentes, convencendo-os do pecado, da justiça e da certeza da vinda do juízo no cumprimento das Escrituras.
10 – Creio que a Igreja é a noiva e o corpo invisível de Cristo na terra, composta pela congregação universal de todos os santos salvos em Jesus o Cristo; creio que a Igreja tem como fundador, pedra de esquina, cabeça e líder, o Nosso Senhor Jesus; creio que a salvação está disponível a todo e qualquer ser humano que a desejar, não existindo nenhum merecedor e ninguém que não tenha pecado, desde que venha a integrar a Igreja de Cristo. Creio que A Igreja deve adorar e servir ao Reino de Deus nesta terra, guardando sempre a palavra do Senhor que nos foi revelada através da Sagrada Escritura e rejeitando veementemente qualquer doutrina estranha a essa palavra; que deve observar a prática das ordenanças do Batismo e da Santa Ceia conforme a vontade de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
11 – Creio na segunda volta do Senhor Jesus, conforme Suas próprias palavras; que virá de forma inesperada e invisível ao mundo para arrebatar os santos de sua Igreja; creio que voltará de forma visível a todos, após os sete anos de tribulação e governo do Anticristo descritos na Bíblia , trazendo com Ele sua Igreja glorificada e todos aqueles que foram Salvos pela fé para reinar na terra por mil anos.
12 – Creio que o juízo de Deus virá sobre todos os homens de todas as épocas; creio que este juízo destinará aos membros da Igreja de todos os tempos e àqueles que antes da primeira vinda de Nosso Senhor foram salvos pela sua fé a salvação eterna, com morada na Cidade Santa, a nova Jerusalém Celestial, com o gozo do galardão que cada um receberá individualmente; creio que este mesmo Justo Juízo de Deus dará aos incrédulos, infiéis e escarnecedores de todos os tempos desde a criação deste mundo a condenação eterna, no lago de fogo que arderá sem cessar. Creio que tanto os santos salvos como os ímpios não salvos terão plena consciência de tudo o que sentirão em seu estado eterno e que para sempre sentirão.
Soli Deo Gloria!!!
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ATÉ QUANDO A IGREJA APOSTÓLICA FOI APOSTÓLICA?
Por ignorar esse fato, muitos se intitulam como sendo participantes da Igreja apostólica em nossos dias. Isso pode não significar muito para alguns, mas para os que levam a sério o fator fé, tem um grande significado. É para esses que está direcionado esse trabalho, se é que estes existem. Se considerar-mos os fatos, e as profecias, diríamos que em nossos dias seria esse trabalho inócuo. Qual seria então a intenção do autor? Assim como nos dias de Noé, a humanidade estava totalmente corrompida, e destinada a perecer nas águas, exceção feita a Noé e sua família, também hoje; por estarmos em um fim de período como naquela época qual a tua esperança? Foi dito em um fim de período anterior a este, que o Templo em Jerusalém seria destruído e o povo de Israel disperso entre as nações – note-se que tudo ocorreu conforme as profecias – da mesma forma o mesmo profeta profetizou que neste fim de período em que vivemos não haveria fé na terra e que seria como nos dias de Noé. Fica a pergunta: quem contestaria esse fato? Neste caso volto a insistir, não seria inócuo esse trabalho como foi a pregação de Noé já que não há fé na terra? Porém digo: a pregação de Noé não foi para salvação, mas para condenação, da mesma forma ocorre com esse trabalho. Para que fique confirmada esta tese, temos que retornarmos até a igreja apostólica para que se conclua o que ocorre hoje com a “cristandade” em relação a igreja primitiva. Nos dias dos apóstolos, a pregação era feita usando-se a Torá, profetas e Salmos, não havia o que chamam hoje de novo testamento coisa que começou a ser escrita após 45 anos D C, mas com inúmeras referências nele contida em relação à validade da Lei como instrumento válido em qualquer tempo já que o pecado se faz presente em todos os tempos. Paulo diz: “se não há lei não há pecado”. Digo: se não há pecado, qual a finalidade da vossa pregação? Foi dito: “Eu não os julgarei, mas Moisés os julgará”. Eis ai uma grande diferença entre a Igreja primitiva e a igreja de hoje. Enquanto os apóstolos viveram, foi grande a luta para manter os cristãos dentro de conformidades naquilo que foram ensinados, tendo em vista as heresias que eram constantes. Leia III Epístola de João. Isso me faz lembrar a saída do povo de Israel, do Egito, após terem visto as maravilhas realizadas pelo Eterno através de Moisés inclusive a abertura do mar vermelho e logo adiante se prostrarem diante de um bezerro de ouro. Seria diferente com os gentios após a morte dos apóstolos? Na verdade a Igreja apostólica ficou somente na introdução por força de profecia. Zacarias 11: 10 “E tomei a minha vara graça, e a quebrei, para desfazer o meu pacto, que tinha estabelecido com todos os povos”. Uma das grandes heresias que não se poderia deixar de citar, é que todas as promessas feitas à Israel, não sei com qual fundamento as nações dizem estarem direcionadas a elas; basta ler os sagrados escritos para notar que tudo isso não passa de usurpação. Não poderia deixar de citar aqui o porquê de ter sido dito não haver fé na terra nestes dias. O Eterno através do profeta Isaias nos revela o motivo. Primeiro vamos examinar a versão da Imprensa Bíblica Brasileira, tradução João Ferreira de Almeida, em Isaias 51: 4 “Atendei-me, povo meu, e nação minha, inclinai os ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei a minha justiça como luz dos povos”. Agora, examinaremos o mesmo versículo na Bíblia Hebraica por David Gorodovits e Jairo Fridlim da Editora Sêfer. “Atentai, ó Meu povo, apurai vosso ouvido, ó nação Minha, pois instruções vos darei e Minha Tora será uma luz para todos os povos”. João Ferreira de Almeida substituiu a palavra Torá por Justiça que é a mesma coisa, porém uma forma dissimulada de esconder a verdade e enganar o leigo. Se ele não estivesse em trevas não teria agido dessa forma já que no original Hebraico está Torá. Ora, se a Torá é luz para todos os povos, e estes hoje rejeitam a mesma, sem sombra de dúvidas estão em trevas e não podem ter fé, porque fé é dom do Eterno para aqueles que estão na luz. Para quem não sabe os primeiros cinco livros da Bíblia com 613 mandamentos constituem a Torá. Alguns religiosos dizem aceitar a Torá, contudo não dão prova disso. As profecias de Daniel e a história nos ajudarão a estabelecer os fatos veja! Costumo dizer que a história da humanidade já estava contada mesmo antes que ela existisse. Para entender isso, se faz necessário entender porque o homem foi criado. As profecias de Daniel nos mostram dois quadros definidos sobre duas bestas. Vejamos então sobre a primeira besta que consiste em um período preenchido por quatro impérios, tudo isso fundamentado em uma estátua formada por diferentes materiais como ouro, prata, bronze, e ferro misturado com barro e os quatro animais simbólicos. A cabeça de ouro da estátua correspondia ao leão, primeiro animal simbólico que se tratava do império babilônio. O peito e os braços de prata correspondem ao animal simbólico urso representando o império medo persa. O ventre e as cochas correspondem ao animal simbólico leopardo representando o império grego. As pernas de ferro e os pés em parte ferro e barro correspondem ao quarto animal representando o império romano, este último terrível e espantoso. Temos aqui a primeira besta. Segundo as profecias a primeira besta sofreria um ferimento mortal, mas se recuperaria. Apocalipse 13: 3 “Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta”. Como vemos, no império romano – quarto animal – haveria uma cisão ou enfraquecimento do império para que fosse dado início a segunda besta. Se atentar-mos, para a história, vamos notar que a igreja primitiva congregou juntamente com os judeus nas sinagogas até por volta do ano 131 DC., quando o Rabino Bar Kókeva começou arregimentar homens para a guerra com o objetivo de tomar Jerusalém. Como os cristãos se negavam a participar da revolta, são perseguidos, sendo forçados a tomar novos rumos. Enquanto isso as heresias envolviam a comunidade cristã em especial nas comunidades romana e grega. Em Roma a comunidade cristã já começa sofrer influências pagãs e vai aos poucos assimilando aquilo que haviam deixado. Começam os líderes liberais se apoderarem dos primeiros lugares surgindo ai a permissividade e o paganismo. Alguém diria: porque então eram perseguidos? Ora, a perseguição ocorrida na época não se dava pela santidade dos denominados cristãos e sim pelo desenfreado crescimento a ponto de aos olhos dos imperadores oferecerem risco à ordem pública e por em risco o império. Isso tudo não era casual, dando entender que a igreja no seu início era santa, mas que haveria de se tornar na segunda besta após sucessivas interferências impostas pelo homem. Roma era a cauda da primeira besta e a igreja denominada cristã seria a cabeça da segunda besta. Essa confirmação se dá no ano 313 DC, com o Edito de Milão fruto de acordo entre Constantino Imperador do ocidente e Licínio imperador do oriente. Esse edito propunha concessões de ambas as partes. Na verdade a igreja dava primazia ao imperador e o estado oferecia liberdade à igreja totalmente isenta de perseguições. Nessa época Constantino enfrentava grandes problemas com o povo romano e necessitava de uma nova religião para controlar as massas. Aproveitando-se da grande difusão do cristianismo, apoderou-se dessa religião que já era uma colcha de retalhos, modificando-a ainda mais segundo seus interesses. Para isso convocou o concílio de Nicéia presidido por ele. Esse acordo propiciou a anulação de várias normas advindas da igreja primitiva. Entre outras temos a santificação do Sábado transferida para o domingo dia sagrado dos adoradores do sol, cujo Constantino era um deles, e assim permaneceu até sua morte, e outros tantos princípios. Como vemos a igreja primitiva ou apostólica já não existia naquela época, já
havia deixado de ser a muito tempo para se tornar na II besta. A consumação de tudo isso se da no ano 381 DC, pelo decreto de Teodósio estabelecendo o cristianismo como religião oficial do império. Podemos dizer que a igreja apostólica perdurou até que os apóstolos e seus discípulos duraram; a partir daí, a igreja primitiva tornou-se a segunda besta até os dias de hoje. Bem, falamos até aqui da primeira e segunda besta, falaremos agora do falso profeta. Assim como da primeira besta sairia a segunda besta, também o falso profeta haveria de sair da segunda besta. Reformadores houve muitos; como sabemos existiram antes da queda da igreja primitiva bem como depois. Depois da queda da igreja apostólica temos um sem número de reformadores. Contudo entre todos o que mais se sobressaiu foi Martinho Lutero, que no SC. XVI, alegando discórdia com o clero deixa sua vida monástica com a finalidade de elaborar um reforma religiosa. Temos aí um membro do corpo da II besta deixando seu celibato para dar início a um novo estilo religioso. Mas que novo estilo religioso tinha aquele homem se toda sua bagagem de fé e conhecimento estava condicionada aos dogmas colecionados através de séculos de paganismo? Alguém diria: mas ele tinha a bíblia na mão! A resposta é: e as demais propostas de reformas frutos de heresias pagãs que proliferaram o mundo religioso por homens também com a bíblia na mão? Enfim, como a história da humanidade já estava contada e as profecias dão prova disso, seus personagens tinham que se manifestar seja para o bem ou para o mau. Lutero foi apenas mais um com o agravante de ser para o ministério do falso profeta. Tanto Roma quanto o falso profeta são identificados pela palavra do Eterno conforme Gênesis 12: 3 “Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Ora, vejam em que estado ficam esses dois personagens. Roma não só amaldiçoou, mas perseguiu e matou os da casa de Israel. O falso profeta Lutero, como bom filho da II besta, não poderia ter outro comportamento a não ser o mesmo. Veja! Martinho Lutero (1483-1546) originalmente favoreceu aos judeus, com a esperança de que eles aceitariam a sua forma de fé, até mesmo louvando a sua contribuição para o cristianismo. Contudo, não tendo conseguido converter os judeus, a sua atitude modificou-se drasticamente. Palavras de Lutero: Todo sangue aparentado com cristo queime no inferno, e isto é o que merecem, mesmo de acordo com suas próprias palavras, como falaram a Pilatos… Verdadeiramente, a existência desses judeus é uma coisa sem esperança, perversa, venenosa e diabólica, que durante 1.400 anos tem sido, e ainda é, a nossa praga, tormento e infelicidade. Eles são simplesmente demônios e nada mais. No folheto “com referência aos judeus e suas mentiras” (concerning the Jews and Their Lies) (publicado em 1542), Lutero escreveu: Em primeiro lugar, suas sinagogas deveriam ser queimadas… Em segundo lugar, suas casas deveriam ser destruídas e arrasadas… Em terceiro lugar, deveriam ser privados de seus livros de orações e do Talmud… Em quarto lugar, seus rabinos devem ser proibidos de ensinar sob pena de serem mortos, se não obedecerem… Em quinto lugar, os privilégios de viagens e de um passaporte deveriam ser absolutamente proibidos aos judeus… Em sexto lugar, deveriam ser impedidos de fazerem agiotagem… Em sétimo lugar, que aos jovens e fortes judeus de ambos os sexos sejam dados manguais, machados, enxadas, pás, rocas e fusos e que eles ganhem o seu pão com o suor de seus rostos… Deveríamos expulsar os preguiçosos velhacos para fora do nosso sistema… Portanto, fora com eles… Para acrescentar, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este conselho não lhe serve, encontrem então um melhor, de maneira a que vós, e todos nós, sejamos libertos dessa insuportável carga diabólica – Os judeus. Um sermão pouco antes de sua morte, ele clamou pela imediata expulsão de todos os judeus da Alemanha. Mais tarde, os ensinamentos anti-semíticos de Lutero seriam literalmente aplicados no Terceiro Reich. É esse o reformador de que todos os cristãos protestantes descendem, fato que ninguém pode negar. A discórdia sempre foi o parâmetro da II besta (igreja romana), e do falso profeta – Lutero e sua igreja luterana – filha da besta e suas descendentes, ou seja, todas as seitas protestantes hoje proliferando o mundo. O “livro da concórdia” elaborado pelos membros da igreja luterana logo após a morte de Lutero com a tentativa de manter a concórdia entre seus membros é prova disso. O protestantismo da mesma forma se dividiu a cada momento, e continua se dividindo, razão pela qual sempre formulo a pergunta: para onde vai essa multidão dividida pelo espírito que a conduz? Poderia o Eterno confirmar a consagração de ministros através da II besta ou pelo falso profeta? Pergunto: em que condições ficam os ministros que hoje proliferam as religiões sejam eles sacerdotes romanos, ortodoxos ou pastores oriundos de qualquer organização religiosa protestante? Apocalipse 16: 13,14 “E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para congregá-los para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso”. Os sinais hoje manifestos nos templos e fora deles pelos ministros em nome de uma trindade agora tem explicação: dragão, II besta e falso profeta. Tudo isso que vemos é por força de profecia, tendo em vista estarmos nos dias como foram os de Noé e por não haver fé na terra. Isso é profecia bíblica, não há como passar por cima. Foi dito: a salvação vem por intermédio dos judeus, Gênesis 12: 3 – João 4: 22. Também foi dito: Sai dela povo meu. Se porventura houver esse povo, saia ele das trevas porque a luz já brilha e o noivo já se aproxima para instalar seu reino em Jerusalém. Isaias 11 todo.
O mensageiro
2008-07-29
Meu comentário é sobre ATÉ QUANDO A IGREJA APOSTÓLICA FOI APOSTÓLICA?, escrito por Cha Chan. Primeiro, devo informar que sou Batista, do ramo Batista Regular. Os Batistas se organizaram na Inglatrerra, em 1612, composta por membros dissidentes do Anglicanismo e por remanescentes dos Anabatistas. Muitos séculos antes de Lutero, grupos dissidentes do cristianismo apóstata foram duramente perseguidos pelo romanismo. Dentre tais, citamos os Valdenses, os Albigenses, os Petrobrussianos, os Huguenotes, os Cátaros e diversos outros. Tais dissidentes, por rejeitarem o batismo infantil e promoverem o batismo por imersão de seus novos adeptos, foram denominados ANABATISTAS, ou seja: OS QUE BATIZAM DE NOVO, REBATIZADORES. A História registra as torturas cruéis de que foram vítimas, muitos deles sendo afogados, enforcados, queimados em fogueiras e enfrentando o tribunal da “santa” inquisição. O próprio Martinho Lutero, sendo uma grande autoridade nos cantões da Alemanha, assinou documentos de sentença de morte contra os anabatistas. Zwinglio fez o mesmo na Suiça, sendo um feroz opositor dos grupos dissidentes anabatistas. Embora o mundo deva aos reformadores a liberdade religiosa e o fim das perseguições, nós Batistas não lhes devemos nada em matéria de fé e doutrina. Enquanto Martinho Lutero não se desvencilhou completamente dos dogmas romanos, os batistas sempre defenderam a autonomia da Igreja local, a separação entre Igreja e Estado, a não existência de “sacramentos” (ou atos que por si só conferem a graça de Deus), o batismo por imersão de pessoas convertidas, a não aceitação do batismo infantil (a heresia chamada regeneração batismal), o não envolvimento com política e o desvinculamento total e absoluto com o poder temporal, além de vários outros distintivos Batistas. Alguns grupos que hoje se intitulam “batistas”, mas que fogem desses princípios, não o são verdadeiramente, pois um dos sinais mais característicos dos Batistas é o Fundamentalismo Radical. Fundamentalista, por entenderem estar firmados nos fundamentos bíblicos da fé cristã. Radicais, por crerem estar ligados à raiz e à base das doutrinas da fé cristã e apostólica. Não se acham e nem se proclamam infalíveis e nem portadores da única e verdadeira fé e doutrina. Apenas crêem estar no caminho da verdade do Evangelho. Também jamais se atrelam aos modismos e heresias de época, como a “teologia” da prosperidade, culto dos anjos, ministração dos “anjos financeiros”, utilização de “óleo ungido” a torto e a direito, “atos proféticos”, “ministério” de danças, “ministério” levítico, ofício de “apóstolos”, “bispos”, “bispas”, “pastoras”, além de uma série infindável de desvios doutrinários, como “sopro divino”, paletós “de poder”, água “ungida” “cair no espírito”, invocação de demônios, afim de que se manifestem para serem expulsos, declaração de territórios “para Jesus”, inclusive com a marcação de território em Salvador, capital da Bahia, em que um grupo dos “filhos do leão de Judá” sairam URINANDO em pontos estratégicos da cidade, para DEMARCAR território e conquistá-los para Jesus! Sem contar com os meios de marketing, que transformam a Igreja em empresa de sucesso, onde os vendilhões do templo oferecem a salvação e a cura em troca de dinheiro. Ou ensinam ao povo a “semear” a “semente” de R$ 610,00 (ou valor maior), para receber muitas vezes mais de retorno.
Eis aí outras manifestações da Besta e de seus inúmeros e incontáveis falsos profetas!!!
Mas contra tais coisas, os remanescentes, tanto os antigos pentecostais, quanto os grupos fundamentalistas, haverão de rebater e denunciar firmemente as suas práticas heréticas e diabólicas. E devemos também orar para que, desses meios contaminados pelos erros e desvios, muitos sejam despertados e abandonem tais práticas, retornando às Igrejas das quais saíram, para acompanhar os lobos travestidos de ovelhas.