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O culto do pastor Fernandinho

Postado por Georges Nogueira em Apologia, Comportamento |

Homem de Deus

Ontem saí de casa para ir a um show de rock. Nunca tinha ido a nenhum show “gospel”. Sempre tive severas restrições com essa coisa de show, e quem frequenta este blog a algum tempo deve saber disso.

Sempre disse que caso alguém consiga me convencer de que coincidências existem, abro mão da fé de bom grado. Calhou de eu precisar comprar uns livros de hermenêutica e missiologia, e a livraria ser ponto oficial de vendas dos ingressos para o show do Fernandinho em Goiânia. Conhecia alguma coisa do cantor. Tenho o DVD “Sede de justiça”, e acreditei que esta seria a oportunidade para comprovar (ou não) minhas convicções sobre os “shows gospel”. Parti para a experiência com minha esposa.

Fernandinho é um cristão. Fernandinho é um ministro do Evangelho, Fernandinho é um pai de família, Fernandinho é um roqueiro. Oportunidade perfeita.

Chegando ao show, minhas antigas convicções se provaram verdadeiras. As pessoas que se empurravam, que se desrespeitavam que se atropelavam na entrada do ginásio tanto podiam estar se dirigindo a um evento “gospel”, como a um show do sepultura. Até a entrada não pude perceber nenhuma diferença no comportamento daqueles que se diziam “novas criaturas”.

Logo na entrada do show, uma surpresa desagradável: eu havia comprado entradas “VIP”, pouca coisa mais caras que as entradas do “térreo”, mas ao perguntar ao segurança que recebeu meu ingresso na entrada, haviam resolvido “unificar” os dois públicos no evento. Não preciso dizer que me senti lesado. Reclamei, e segui com minha insatisfação para o ginásio que ainda estava vazio. O promotor do evento, um certo Pablo, nos abordou no caminho, perguntando o motivo do meu descontentamento e, após me ouvir, explicou com muita educação e a paciência necessária que haviam liberado as entradas do térreo, mediante complementação do pagamento de quem havia pago menos, e que o serviço pelo qual eu havia pago seria disponibilizado conforme o prometido. Havia sido apenas um mal entendido. Ponto para a organização do show. De fato, as bebidas (água suco e refrigerante) foram servidas até o fim do show. Ainda vi o Sr. Pablo algumas dezenas de vezes correndo de um lado para o outro antes do show, ora conversando com os seguranças, ora no palco com a equipe técnica, o moço trabalhou bastante.

Voltando ao público, quanto mais gente chegava, mais eu acreditava que não era preconceito de minha parte o nunca ter ido a nenhum show evangélico. O que se via, a exceção das bebidas alcoólicas e das drogas, não era muito diferente de um show mundano. Aos poucos uma pequena massa ligeiramente descontrolada se aglomerava perto do palco. Depois de muitos empurrões e encostões inconvenientes, resolvemos procurar um lugar mais afastado daquelas “novas criaturas” que à medida que se multiplicavam demonstravam mais e mais falta de educação e de conversão. Minha esposa se entristeceu bastante com o que via. Eu esperava que alguma coisa acontecesse para me mudar a opinião.

No horário marcado para o show, o ginásio já lotado, o que se via era a audiência do show dos mamonas assassinas: mocinhas adolescentes e pré-adolescentes em grupos se divertindo em dancinhas lascivas e roupas sensuais. Nada que lembrasse Louvor, Deus, ou Evangelho. Enquanto eu me sentia cada vez mais deslocado, perdido no “mundão” novamente, eis que um locutor de uma FM Gospel que patrocinava o evento anuncia que a organização havia resolvido iniciar o show antecipadamente (o show estava marcado para as 20:00 e já eram 20:15).

Para minha surpresa (mais uma), nada de Fernandinho. Eis que aparece no palco uma tal de Bruna-não-sei-o-que de um grande ministério da Assembléia de Deus aqui da cidade.

As músicas que cantou me chamaram muito a atenção. A primeira porque era como o livro de Ester: não citou o nome de Deus nem uma vez. A letra da segunda música, dizia que “Deus quer ser tocado pela força da sua fé”, enquanto três ou quatro adolescentes se contorciam no chão do palco numa coreografia no mínimo duvidosa. Não ouvi a terceira música, porque estava desolado imaginando um deus que precisa ser tocado pela força da minha fé. Um deus como esse, que depende da força humana nada tem a ver com o Criador dos céus e da terra e de tudo o que neles há. É um deus que não conhece a Jesus, que advertiu aos seus discípulos de que nenhum deles tinha fé do tamanho de um grão de mostarda.

Logo em seguida, uma dupla de crianças, (as duas tinham menos de dez anos) que segundo o apresentador da tal rádio são apresentadoras de um programa infantil local que minha filha nunca viu, (Deus nos abençoou com a TV por assinatura) se apresentou no palco. Foi melhor que a mocinha de antes, por que elas me ensinaram que não devo falar de boca cheia e ainda me convidaram para uma festa no céu.

Ao fim do show infantil, tremi de alegria e espanto por duas vezes, enganado pelo tal locutor. Primeiro ele anunciou que uma oração seria feita pelo “Apóóóstoloooooo….” Vibrei! Paulo em pessoa? O grande evangelista bíblico estaria no show? Mas o nome do apóstolo era outro. Um que nunca vi nas Escrituras. Na segunda vez, o locutor estava ensinando à platéia uma coreografia para “chamar o Espírito Santo” Fiquei observando se O Espírito atenderia à mandinga. Enganei-me de novo. Prometi a mim mesmo que seria menos crédulo a partir de então.

Às vinte e uma horas em ponto, o mesmo animador pediu que todos colocassem as mãos para cima e mostrou um gesto que foi repetido por todos (mãozinhas trêmulas estendidas), para receber o Fernandinho com muita “energia positiva”. Eis que o show finalmente começa enquanto eu registrava a anotação mental de procurar em pelo menos quatro versões da Bíblia pela expressão “Energia positiva”.

Três músicas depois, eu percebia que não havia me enganado. Fernandinho se mostrou um roqueiro formidável. Eu estava ouvindo rock da melhor qualidade. E esse rock falava de Deus. Ao término desta terceira música, algo que eu já esperava e estava cansado de ver em DVDs por aí. Uma interrupçãozinha no show no para pedir ao público que se comportasse como devem se comportar os verdadeiros cristãos, sem empurra-empurra, e com respeito pelos demais. Até aí tudo muito “gospel da moda.

Foi a segunda exortação do músico, contudo, que me fez perder velhos preconceitos e entender algo sobre as pessoas na platéia. Fernandinho ministrou a Palavra de Deus como eu raramente vi nas muitas Igrejas em que já estive. Teve coragem de chamar a atenção das mocinhas e dos rapazes que estavam com postura pouco cristã. Demonstrou zelo pela Palavra de Deus ao exortar e clamar por um compromisso verdadeiro com o Senhor. Pregou o evangelho, combateu o mundanismo e lembrou a todos de que ele também era “um pecador como todos aí embaixo”. Mais de uma vez, lembrou ao público, em sua esmagadora maioria com pouca idade e muita animação de que aquilo não era um baile de carnaval. Orou, exortou e orou novamente. Durante os momentos de exortação e oração, pude ver que realmente alguns foram até ali somente pelo show, e estes se destacavam da massa por fazerem questão de ignorar a pregação, se mostrando incomodados com ela. A grande maioria, contudo, orou de fato. É sempre formidável quando um grupo gigantesco ora junto. É o tipo de experiência que nos dá esperança. Espero em Deus que pelo menos um décimo daquelas pessoas que se derramaram aos pés do senhor nos momentos em que a emoção dominava conserve a devoção pela vida toda. Espero que eu a conserve.

Acabei presenciando o óbvio: existem cristãos honestos e sinceros nos palcos e nas platéias dos shows, assim como há os que não são. Minha avaliação sobre o cantor estava quase correta: Fernandinho é um cristão. Fernandinho é um ministro do Evangelho, Fernandinho é um pai de família, Fernandinho é um roqueiro. Fernandinho é um servo fiel usado pelo seu Senhor, um missionário e um proclamador da verdade.

Quanto ao público, descobri também o óbvio: aqueles crentes de comportamento reprovável que eu vi durante o show são ovelhas. Precisam ser apascentadas. Precisam ser conduzidas pelos caminhos do Senhor. E a grande maioria dessas ovelhas seguia mansa e feliz quando pastoreada.

Mesmo que na saída uma senhora quase tenha atropelado a mim e á minha esposas e ainda tenha se divertido com isso, minha opinião sobre aquelas pessoas já não podia mais mudar. Também vejo pessoas assim todos os dias no seminário que freqüento e em minha própria Igreja.

Minha oração agora é para que o Senhor me ensine a amar estas ovelhas perdidas (de cujo rebanho faço parte) assim como Ele as amou. E que eu possa, de alguma forma, contribuir na condução desse rebanho quando eu já souber amá-lo.

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17 Comentários para "O culto do pastor Fernandinho"

  1. Cynthia Nogueira disse:

    Foi de fato uma noite inesquecível Primeiro pela grata surpresa de ver que EU ABOMINO o pecado, pois o me coração pesou ao ver os enganados e os que se enganam. Depois, porque vi que o Senhor me selou e me adverte das armadilhas para que eu possa com alimentos mais sólidos.
    Quanto ao rock, sempre foi um ritmo que gosto e ao ver que o Senhor se agrada do louvor com propósito e não de meras baladinhas comerciais (e aí tem ritmo até mais ameno que agrada a muitos e não fala nada de Deus), me encheu de alegria sentir o pulsar vibrante de um louvor jovem.
    O Pastor Fernandinho é um capítulo a parte. Merece todo o respeito. É com certeza um homem usado por Deus e o faz com muita autoridade espiritual.
    Oro para que o Senhor nos brinde cada vez mais com homens de Deus que tenham um exemplo a dar como o Pastor Fernandinho deu. O público….ah que pena! Lembrei me da passagem que citei num post em que fui honrada a publicar neste blog ..
    O saldo geral desse evento foi que apesar de todos os questionamentos, de toda diligência que empreguei para não me enredar naquilo em que não encontrava amparo bíblico, o renovo que recebi pela palavra ministrada aliviou meu coração cansado e dolorido das lutas que tenho enfrentado e com certeza te agradeço pelo presente de casamento rejuvenescedor.
    Que Deus nos dê mais 100 anos juntos por aqui, porque a eternidade juntos essa nos já conquistamos.

  2. Terezinha Maria disse:

    Não posso conter o riso, diante de suas passadas observações, e do senso de humor com o qual vc transmite o que viu….se não fosse trágico,seria realmente só cômico!rsrsrs…..mas de uma coisa estou convicta, de que quando queremos seguir à Cristo, Ele mesmo se encarregará de desviar a nossa atenção daquilo que não Lhe traz nenhuma glória, nem tampouco nos edifica,mesmo porque quando acontece de meus olhos pararem na condição do ser humano, meu entendimento fica obscuro, e não consigo divisar minha justiça(Isaías 64:6) da justiça do Senhor!
    2Co3:18
    grande abço para todos os irmãos

  3. Olivar Alves Pereira disse:

    Amados, o que eu vou dizer,por favor, não entendam que é um ataque ao Pr. Fernandinho (a quem eu não conheço, nem mesmo as músicas). Confio na análise feita pelo irmão Georges, pois sei que é madurto o suficiente para isso.
    Quero voltar minha atenção para o comportamento tresloucado dessa meninada.
    Uma norma que adotei como pastor quanto às emoções num culto é: (1) não sufocá-las, pois, naquele momento a pessoa pode estar sendo tocada profundamente por Deus e, portanta, chora ou sente uma alegria tão profunda que não se expressa por lágrimas; (2) não incitá-las, pois, uma conversão movida somente pela emoção é uma das mais terríveis formas de ilusão.
    Busco sempre o equilíbrio entre o entender e o sentir.
    É aí que levanto um questionamento. Aquele meninada tresloucada estava ali sob o efeito de algum estímulo, e isso não podemos negar. Talvez o ambiente todo como estava preparado para um “show”, ou talvez pelo estilo musical (não contra o rock, embora não é o meu estilo), afinal, o rock aguça isso em nós. Ou talvez aquela meninada estava ali simplesmente motivada pela autoliberação pois,depois de tanto serem reprimidas em suas igrejas, encontraram ali uma oportunidade de poderem participar de um show de rock que não lhes trouxesse o sentimento de culpa por participarem de um show, afinal aquele “show” era “evangélico”.
    Volto a dizer: não estou dizendo que é isso ou aquilo. Mas, suponhamos que a minha “teoria” esteja certa, a saber, já que eles são reprimidos e não podem participar de um show mundano qualquer (embora “curtam” músicas mundanas no seu dia-a-dia), irem a um “show evangélico” mata a vontade deles e o que é melhor, eles têm suas consciências anestesiadas pois afinal “estavam louvando a Deus”. Eis o ponto onde quero chegar. Se todo o ambiente foi preparado com luzes, fumaça, som alto para um evento onde se estimula o “soltar as frangas”, porque então a direção dá uma “dura” na molecada que se comporta como o ambiente pede?
    Sei que muitosme dirão: “Mas o Pr. Fernandinho deu uma dura na molecada, mostrou pra eles que ali era um culto e não um show. Além disso muita gente saiu dali edificada”. Concordo plenamente com isso, e não estou atacando o Pr.Fernandinho, mas, apenas lembrando que é da responsabilidade dos dirigentes conduzir o “clima” do evento como um momento de adoração. Querem ver só? Numa igreja, quando o culto comença (por mais contemporãnea que seja a sua igreja) não se vê “dancinhas” obcenas na hora do culto, porque? Porque as pessoas quando entram num templo já entram com a preconcepção de que ali é um momento de louvor a Deus,e até aonde a sanidade espiritual reza, sabe-se que não “pega bem” determinado comportamento no culto.
    Note por favor que não estou falando de “templo”, mas sim, de “momento de culto”. Assim sendo, quando as pessoas são preparadas com as propagandas de um “show evangélico” (desculpem-me a sinceridade e franqueza), elas já estão preparadas para a “santa agitação” e não para o culto.
    Aqui deixo um alerta aos músicos evangélicos de hoje: se vocês querem que o povo cultue a Deus, por favor, o que lhes disser respeito, cuidem para que o povo entenda isso bem antes do acontecimento, do contrário, vocês precisam ser processados por “propaganda enganosa”.

  4. diego marcell disse:

    parabéns pelo texto

    muito bom
    as palavras dao uma carga que imagino nao ser extrema na real como parece na escrita. eu entendo.

    Deus abençoe

  5. Jose Luiz - (IGREJA BATISTA SEMEANDO) disse:

    O que precisamos perceber é que assim como há maus trabalhadores, funcionários, filhos e etc, assim também há crentes que não sabem conduzir suas vidas conforme a palavra de Deus. Nisso Cristo nos dá a Sua mente, para percebermos que a finalidade é gerar compreensão em nossos corações levando-nos a possibilidade de ajudar pessoas que tenham esse tipo de atitude a ter uma oportunidade de mudança. A Biblia nos mostra em várias situações onde pessoas foram condenadas pela sociedade de todas as formas, porem, Cristo não as condenou, primeiramente as perdoou, e depois mostrou a elas que era necessário uma mudança. Portanto se devemos ser santos como o Senhor é santo, se devemos seguir os passos de Jesus se devemos compreender e amar assim como o Espirito Santo nos regenera e ama, assim também cada um de nós deve olhar pra sua vida e procurar manter um padrão e olhar para vida das pessoas e ajuda-las a manter um padrão em suas vidas também. Não sou roqueiro, mas adoro rock, porque acredito que Deus criou todas as coisas. O diabo não pode levar esse merito porque só existe um criador que o Deus todo Poderoso, portanto o diabo não pode ser o pai do rock, e com essa convicção acredito que se olhamos primeiramente a trave que está em nossos olhos e tirar, assim podermos tirar também o cisco do nosso irmão. Lembrem-se amados irmãos: “Quanto mais conhecimentos temos, mais humildes devemos ser”.

    Obrigado e tenham todos que tiverem lendo um otimo dia, tarde ou noite…

    Com carinho, bençãos e orações…

    Jose Luiz – Ananindeua-Pará

  6. Sim, José Luiz. Como eu concluí no artigo, são ovelhas e precisam ser amadas e apascentadas.

    Em Cristo,
    Georges Nogueira.

  7. Olivar Alves Pereira disse:

    Caro, José Luiz,
    não entendi bem a intenção de sua palavra, pois, tanto o Georges como eu não atacamos o Pr.Fernandinho, mas sim, destacamos a responsabilidade dos líderes (sem me esquecer que sou um também). A meu ver o problema hoje se inverteu.
    Antigamente, os líderes eram preparados para pastorearem o rebanho e assim, zelavam pela área musical. Em suma, preparavam-se pastores que dentre outras coisas entendiam de “liturgia” (refiro-me aqui mais à música do que à liturgia em si). Os compositores de antigamente entendiam de teologia, sabiam o que estavam escrevendo e ensinando por meio da música.
    Hoje, forma-se músicos os quais (a maioria esmagadora) tem um conhecimento pífio das Escrituras (não estou dizendo que este seja o caso do Pr. Fernandinho). O resultado é que as músicas de hoje são mais voltadas para agradar os corações embalados pelo embalo (perdoe-me a redundância) do que para ensiná-los nas verdades preciosas da Sã Doutrina.
    Quanto a estilos musicais (este ou aquele) concordo com você: não podemos dar a Satanás os créditos. Mas, daí fecharmos os olhos e dizermos que ele não cria (no sentido de inventar, e não no sentido de gerar como Deus faz) nada, isso é ilusão. Quem é o “pai da mentira” (ops! caí em contradição, Satanás “gerou uma filha”)? Volto a lhe dizer que não concordo em darmos crédito ao diabo, como por exemplo quando dizemos que o rock é dele. Que ele se lasque! nada é dele nesse mundo.
    Contudo, existem estilos musicais que de acordo com a cultura de um povo, contribui mais para o bom andamento de um culto. Não sei se é porque estou ficando velho, mas eu prefiro algo mais calmo, próprio para reflexão.
    Por fim, ressalto a responsabilidade dos dirigentes sobre o povo. O povo segue quem está à frente. O povo reflete o comportamento da liderança. É por isso que eu clamo a Deus o tempo todo para que no culto em minha igreja, o diregente seja sempre o Espírito Santo, pois, onde está o Espírito ali há liberdade (não bagunça!).
    Olivar

  8. FATIMA disse:

    A PAZ!!!
    pARABENIZO, DE TODO CORAÇÃO O PASTOR FERNANDINHO…QUE NA VERDADE NÃO CONHEÇO, MAS QUE ESTA CONSEGUINDO CADA VEZ MAIS ALCANÇAR PESSOAS DE TODAS AS IDADES, INCLUSIVE OS JOVENS, QUE SERÃO NOSSA NAÇÃO DE AMANHA.
    ABENÇOADO SIM…DEUS O ESTA USANDO DE FORMA SOBRENATURAL PARA QUE NOSSOS JOVENS DE HOJE CONHEÇAM DEUS…POIS SUA MUSICA, AO MESMO TEMPO QUE CHAMA ATENÇÃO PELO RITMO, NOS CONDUZ A CONHECER DEUS TODO PODEROSO…DE UMA FORMA SIMPLES, GURA E GRANDIOSA….E É ISSO QUE DEUS QUER DE NÓS….QUE SEJAMOS INSTRUMENTOS E BOCA DELE…QUE SEJAMOS REALMENTE PROFETAS DE DEUS….UMA PENA QUE MUITOS IRMÃOS DE FÉ, ESTEJAM COM UM VÉU NOS OLHOS E NÃO CONSIGAM ENTENDER A VERDADEIRA ESSENCIA…
    FÀTIMA ( IBPV)

  9. romildo disse:

    Gente boa tarde as consideraçãoes foram sensatas um texto equilibrado só quero destacar que fernandinho caminha com asaph borba e Daniel sousa gente da melhor estirpe cristã realmente é gente séria e santa um abraço!!!!!

  10. Caro Romildo, essa também é minha impressão, a respeito de ambos.

    Em Cristo,
    Georges Nogueira.

  11. Olá irmãos, graça e paz do Senhor e Salvador Jesus Cristo.
    O Fernandinho esteve em minha cidade (Vitória/ES) em janeiro deste ano (2010). Tive o privilégio de acompanhar o “show” em cima do palanque e fazer algumas fotos para o Jornal A Palavra, do qual sou editor (www.apalavranet.blogspot.com).
    Segundo cálculos da Polícia Militar havia cerca de 25 mil pessoas. O evento aconteceu nas areias da praia de Camburi, abrindo o Jesus Vida Verão, que normalmente acontecia sempre no município vizinho de Vila Velha, mas este ano um projeto da Câmara de Vereadores trouxe a abertura para a Capital capixaba.
    Não sou adepto desse tipo de evento (vou mais por força da profissão), mas não tenho nada contra, desde que haja reverência e o evangelho seja de fato pregado e o nome de Jesus seja mencionado com destaque por quem esteja à frente da condução. E foi exatamente o que ocorreu no “show” do Fernandinho aqui em Vitória. Tinha desde crianças acompanhadas pelos pais a adolescentes e jovens.
    A exemplo do pastor Georges, eu tbm não conhecia o Fernandinho pessoalmente, apesar de já conhecer algumas músicas dele. Usando de muita autoridade na Palavra, ele exortou a moçada mais jovem a um caminho de santidade, respeito as pais, etc., e no final abordou com muita sabedoria a questão de jovens crentes namorar jovens não crentes, entre outras coisas.
    Não tenho nenhum receio de afirmar, assim como fez o referido pastor: Fernandinho é um homem de Deus…
    Mas gostaria de destacar aqui algo que vi a uns seis anos durante um “show” da Fernanda Brum, por coincidência também no Jesus Vida Verão. De repente, no meio de uma canção, do nada, ela parou de cantar, pediu licença as pessoas e virou e começou a cantar de costas para o público. Antes de começar a cantar ela explicou que estava fazendo aquilo para as pessoas entenderem que elas estavam ali não para ver Fernanda Brum, mas para olharem para o Deus Todo-poderoro. Pois elas, as pessoas, deveriam entender que estava acontecendo ali não era um show qualquer, um espetáculo qualquer, mas sim um momento de adoração a Deus. Foi mais ou menos isso que ela disse. Nunca vou esquecer.
    É como disse o pastor Olivar em seu comentário, cabe a quem está na liderança conduzir o “clima” do evento como um momento de adoração.
    Na paz e na comunhão, até Jesus voltar!
    Elcio Cordeiro

  12. Ricardo disse:

    Há um versículo que diz mais ou menos assim:
    Grande fonte lucro é a piedade…
    Nos nossos dias isso é diferente.
    Grande fonte de lucro é gravar CD e DVD e dizer que é ministro de Deus e dizer que vive da fé (da fé dos outros é muito facil).
    Deus tenha misericórdia de nós todos , pois cada um é tentado segundo a própria concupicência, a minha não é musica.
    Você sabe que é a sua ? Talvês maledicência …

  13. Interessantes todas essas colocações. Especialmente quanto à preocupação pela moçada que se comporta como “ovelhas sem pastor”. Tais ovelhas devem ser pastoreadas por pessoas comprometidas com a verdade do Evangelho transformador de Jesus Cristo. Só não concordo com a parte que diz: “…. estas ovelhas perdidas (de cujo rebanho faço parte)”. De modo algum, meu querido irmão, você não faz parte de nenhum rebanho de ovelhas PERDIDAS, você já foi achado pelo Supremo Pastor e agora faz parte do Seu rebanho (Jo.10:1-5:9,14-18;27-29). Não é minha pretensão “costurar” a mensagem, mas os que são ovelhas do Senhor estão salvas, seguras nas mãos do Pai e de lá ninguém conseguirá arrebatar! Entretanto, posso ter me enganado no entendimento do texto e posso ter concluído de forma errada!

  14. Pastor Sérgio:
    Quando eu disse que faço parte do rebanho é do rebanho de todas as ovelhas, mas não que eu particularmente estivesse perdido. O Senhor é meu pastor. A ênfase, no caso foi a empatia pelas pessoas, não querendo me colocar nem melhor nem acima de ninguém.

    Ao Senhor Ricardo:
    A quem o Sr. acusa de ser maledicente? A mim?
    Peço que esclareça-nos, se possível.

    A todos:
    Deixo bem claro que após toda a epopéia narrada neste artigo, minha admirção pelo pstor Fernandinho cresceu e se consolidou. Minha conclusão, no texto, é a de que ele é um abençoado homem de Deus, trabalhando em prol do Evangelho. É isso.

    Em Cristo.

  15. Muito bem respondido, Georges. Eu é que me assustei com o termo “rebanho de ovelhas perdidas” e enxerguei a coisa por outro ângulo. Deve ser a idade, pois já passei dos 35 (fazem 24 anos) e os neurônios costumam embaralhar às vezes…

  16. Ricardo disse:

    Georges Nogueira

    Não.Não. Não quiz dizer isso. Todos nós temos defeitos, as vezes não vemos ,as vezes falo demais, e quando vejo já causei mal a alguém sem perceber.
    OK ?

  17. Ricardo:
    Mesmo que se referisse aq minha pessoa, seus comentários continuariam sendo bem vinos e aprovados.
    Só perguntei porque não havia, de fato, compreendido.
    Mas concordo com você neste ponto.

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