Artigos Recentes
- O cristão, a pirataria, a ignorância e a malandragem
- A constituição do homem (tricotomismo x dicotomismo x monismo)
- Debates inúteis
- Cansaço
- Eleição: condicional na visão arminiana – parte II
- Eleição: condicional na visão arminiana – Parte I
- A depravação total do homem – uma visão arminiana
- Crescendo e mudando
Espaço reservado
Aguarde nosso Videocast
O Evangelho no qual tenho crido
A Consumação do Evangelho
“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.” (Mt 24.14).
O Evangelho no qual tenho crido (e que tenho pregado) é a Boa Nova da Salvação iniciada e consumada pelo Senhor Jesus. Sem necessidade de máscaras, de marketing, de fórmulas mágicas, de mandingas, sem necessidade de intercessores de camisola e chapelão. É o Evangelho que nos mostra Jesus o Cristo como ele é: Todo Poderoso, Amoroso, Bastante, Alfa, Ômega, Intercessor, Misericordioso.
O Evangelho no qual tenho crido é o Evangelho que confronta os nossos pecados. É o Evangelho que nos mostra exatamente como somos: pecadores, miseráveis, caídos, portadores das mais horrendas e lastimáveis causas de sermos separados de Deus. É este confronto que nos desperta para a nossa necessidade de buscar com mais e mais temor e tremor a Deus!
O Evangelho no qual tenho crido é diferente deste que desde o momento mesmo em que o Cristo ressuscitado prometeu enviar-nos o seu Consolador tem sido pervertido e fantasiado por pessoas que movidas por boas ou más intenções tentam transformar sua obra e sua mensagem em algo mais palatável, mais fácil de ser digerido.
O Evangelho no qual tenho crido rejeita a roupagem do mundo com a qual tantos “pregadores de massa” tentam lhe vestir, para atrair mais pessoas para sua causa.
O Evangelho no qual tenho crido é o único capaz de reconciliar o homem caído e vocacionado pelo pecado com o Criador de todas as coisas.
O Evangelho no qual tenho crido é duro e pesado como a cruz que lhe introduziu o sangue. Ninguém pode torná-lo mais leve e mais atraente. Este Evangelho não toma parte na guerra de crenças e mandingas em que vence a batalha quem consegue “arregimentar” mais incautos à sua própria instituição, mesmo que à custa de promover entre estes a separação definitiva de Deus.
O Evangelho no qual tenho crido não oferece cura fácil e imediata para todos os males, nem todas as bênçãos financeiras, nem “trazer de volta amarrado” um amor perdido. Não precisa de “santa” milagreira, de “labirinto-de-sal-da-cruz-dos-setecentos-sei-lá-o-quê”.
O Evangelho no qual tenho crido repele a todas estas coisas que atraem as multidões, que procuram um evangelho que não os incomode muito. Um evangelho que os permita continuar com os velhos erros, com todos os vícios que sempre cometeram, mas, ainda assim, recompensá-los com as bênçãos que todos buscam.
O Evangelho no qual tenho crido não pode ser encontrado nestes lugares em que há choro e gritaria estéreis e sem o eficaz arrependimento. Pulinhos, soluços, quedas, desmaios, gente que se auto-flagela para “venerar” uma estátua qualquer, não podem entendê-lo nem vivê-lo.
O Evangelho no qual eu tenho crido, não precisa de nada disso, pois possui o que de melhor e mais poderoso poderia ter: Jesus Cristo! O Evangelho no qual eu tenho crido não precisa de máscaras nem de embalagens bonitas. Esse Evangelho não precisa imitar o mundo. Dispensa o “arraiá” das festas pagãs. Abomina o mantra que repete incessantemente: “Se Deus é por nós quem será contra nós”.
O Evangelho no qual tenho crido foi vivido pelo Cristo Salvador da humanidade. Foi sofrido, teve sua consumação através de morte e morte de cruz. não precisa imitar as religiões afro-brasileiras, através da “Tenda do Pai”, ou de talismãs e amuletos místicos que curam.
O Evangelho no qual eu tenho crido é o Evangelho que vomita de sua boca o triunfalismo estúpido cuja Bíblia tem apenas um versículo: “tudo poso naquele que me fortalece”. É o Evangelho que não se mistura com quem “determina” o que Deus deve fazer, pois esse mesmo Evangelho nos ensina a servir e obedecer ao Deus Vivo, ao Deus que tudo criou e que a tudo governa com mãos poderosas. Enoja-me o “evangelho” que trata ao seu deus como uma marionete que não tem nenhuma vontade e que não serve para nada além de atender aos caprichos de toda criatura estulta que lhe “determina” alguma coisa. Este “evangelho” de promoção que se encontra em todo tipo de seita de todas as matizes, das romanas às africanas, passando pelas neo-amuletistas que estão sempre inovando. Inovam tanto, que sequer se lembram do Evangelho e de seu Consumador.
O Evangelho no qual eu tenho crido é o Evangelho Cristocêntrico, que mostra ao mundo a obra, a vontade e os mandamentos do Salvador. O Evangelho que Jesus pregou e viveu nos diz: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”.
O Evangelho no qual tenho crido foi pregado e vivido pelos apóstolos bíblicos, pelos heróis e mártires da fé e da obra missionária. Evangelho sem máscara, sem rótulo, sem marca, sem modelo, sem solução imediatista para interesses materiais comezinhos. Este Evangelho foi oferecido ao mundo em perfeição na simplicidade de sua mensagem: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e a tua casa”.
O Evangelho no qual tenho crido inspirou a Lucas que escrevesse parte dele e dissesse dos Apóstolos Pedro e João: “Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus” (At 4.13).
O Evangelho no qual tenho crido é, conforme o Apóstolo Paulo, que escreveu e vivenciou este mesmo Evangelho: “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.6). Também o Autor e Consumador da minha fé disse: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16).
O Evangelho no qual tenho crido não pode ser vivenciado através da camiseta gospel, da música gospel, do adesivo gospel, do cartão de crédito gospel, do jogador de futebol gospel, do amuleto gospel seja ele qual for. Não que a camiseta ou o adesivo estejam errados, mas sem vivência de evangelho, tudo o mais é mera empulhação. Não adianta vestir a roupagem gospel mercadológica sem tomar banho. Desta forma, nossos pecados continuariam fedendo insuportavelmente e nos denunciando onde quer que fôssemos.
O Evangelho no qual tenho crido pode ser loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus. Por Este Evangelho, o morrer é lucro! Por este Evangelho fui chamado. E, sendo chamado, eu, o pior entre todos os pecadores posso fazer a vontade de meu Criador. Este é o Evangelho que nos foi ordenado pregar. Deste Evangelho o Senhor nos deu a instrução: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura, quem crer e for batizado será salvo, quem, porém, não crer será condenado” (Mc 16.15).
O Evangelho no qual tenho crido (e que tenho pregado) foi vivido, morrido e ressuscitado para que você não precisasse morrer. Não morra! Escolha viver! Escolha o fardo leve!
Indicar
Irmão Georges: Estou mandando este post para o maior número de pessoas possíveis, pois precisamos chamar as suas atenções, para a Pessoa Bendita de Jesus Cristo. Não para os dogmas, não para a instituição “eclesiástica”, não para as doutrinas maquiadas de pseudo-santidade, nem para os arroubos da teologia da prosperidade, que buscam em primeiro lugar o interesse do ego, bem contrário ao que o Senhor Jesus pregou:”…..mas antes, buscai o Reino de Deus e Sua justiça), E as demais coisas lhes serão ACRESCENTADAS,..”, não também, para a religiosidade nominalmente cristã, destituída da VIDA DAQUELE QUE QUANDO ENTRA VERDADEIRAMENTE NUM CORAÇÃO, sacode as velhas estruturas, e faz dessa pessoa um canal Seu, através do qual, o “mundo”, pode ver, que realmente Ele ressuscitou!!!
À Ele, somente à Ele, a honra e a glória, para todo o sempre.
Nele, por Ele e para Ele!!!
Cara irmã Terezinha:
Este é o chamado.
Vamos cumprí-lo.
Graça e Paz,
Georges Nogueira.
Ele ressuscitou!!! Isso quer dizer que quando vivemos Sua Vida, ressuscitamos também para uma nova vida, acima de toda comparação, acima de qualquer lucro, que possamos ter com as coisas passageiras, sejam elas quais forem.
Nele,
Excelente post. Gostaria de pedir autorização para publicá-lo no no meu blog.
Mais do que permitido, pastor!
Peço, se possível, a gentileza de citar a fonte.
Graça e paz,
Georges Nogueira.
O Evangelho do Senhor Jesus, traz uma prosperidade incomparável, com o que a igreja está vivendo hoje Pois Deus trabalha continuamente para chamar a nossa atenção, para a prosperidade que Ele está tentando fazer em nossa alma(emoçoes, sentimentos e mente) em nosso corpo, através do nosso espírito recebendo Dele. Percebo que assim como Ele CHAMOU A ATENÇÃO, de Moisés, através do episódio inusitado, a sarça que ardia, mas não se consumia, assim, Ele está CHAMANDO A ATENÇÃO da Sua igreja hoje, mas o Seu povo ainda continua tão lerdo, para captar a Sua maneira (Jó 33:14-18) de expressar. Algumas ou muitas ” prosperidades”, podem servir de mais “entretenimento” do nosso inimigo, para que não venhamos receber de fato, a nossa verdadeira prosperidade, pois se realmente O Senhor conseguir a nossa atenção, veremos as Suas insondáveis riquezas, que como diz a Sua Palavra,..”olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem subiu ao coração do homem o que Deus tem preparado para aqueles que O AMAM!! Que adianta ter muitas e muitas coisas palpáveis, as quais o ser humano chama de riqueza, e não ter as emoções curadas, os sentimentos equilibrados, autoridade sobre as enfermidades e sobre todo o mal?!? Desta sorte, continuaremos vazios, como diz Jeremias 2:11-14.
saudações em Cristo,
Recebi um email contendo o conteúdo deste blog não sei como (quer dizer, sei que Deus tinha um plano).
Gostei das postagens e a partir de hoje estarei seguindo-o.
Que Deus continue o abençoando, Pr. Georges.
Fique na Paz do Senhor Jesus.
Cara Snara:
Muito provavelmente a irmã teve seu e-mail adicionado por um amigo seu.
Seja muito bem vinda ao blog, e que Jesus a abençoe sempre!
Que maravilha meu irmão!!
Que Deus continue a abençoa-lo e usando como instrumento para divulgar a sua palavra.
De uma passadinha no meu blog.
Abraços!!
gostei muito de sua postagem gostei mesmo..
.
. só a dizem parabens…..mesmo sendo católico e vc sabe existem muitas diferenças…eu achei bem intrigante ler…valew…gosto de gente que raciocinia…gostaria de bater um papo a mais contigo georges…gostaria mesmo…que o sagrado coração de abeçoe…no corpo e sangue de cristo amé..abrços irmão
A Paz e Graça do Senhor Jesus a todos.
Pr. Georges Nogueira que o Senhor Deus continue te abençoando em nome de Jesus pela tua sinceridade.
Quando leio um artigo como este: O Evangelho no qual tenho crido, me faz lembrar uma passagem no antigo testamento no livro de I Reis no capitulo 19 quando Deus diz para Elias:(I Reis 19:18) – Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.
Fico feliz por ver que ainda existem remanescentes neste mundo corrompido pelos falsos ensinos nas igrejas dos nossos dias. Não beijaram e nem se dobraram as essas iguarias oferecidas por estas igrejas apostatas, a tão famigerada teoria da prosperidade, gurus milagreiros e por aí afora.
Hoje não sabemos mais em quem confiar. Prs. que começam durão ensinando o verdadeiro Evangelho e de repente… tcham, tcham, tcham… chega mamon e muda tudo. Infelizmente é a verdade. É o evangelho que está sendo pregado pela midia.
Vamos pedir que o Senhor Deus venha a abrir os olhos e o coração de cada um deles.
É justamente dessa LEVEZA que o Evangelho propõe, que o homem/menino tem medo e foge para se AGARRAR literalmente naquilo que ele pode ver e pegar, pois isso lhe dá mais “segurança”. (Isso sem falar dos espertinhos “representantes de Deus que disso se aproveitam)
Já a única segurança que vem de uma certeza que ele não vê, chamada fé, ele rejeita/distorce/enfeita escondendo-se e racionalizando em cima de suas crendices, religiosidades, normas e uma interminável, contraditória e pesada lista de proibições que o torna infeliz, desanimado e distante do ministério requerido por Jesus: amar ao próximo como a si mesmo.
Abraço a todos!
R.