O Império contra-ataca

07,nov,2009 por Georges Nogueira
Darth Vader tocando air guitar

Darth Vader tocando air guitar

Eu particularmente não gosto de ficar criando novos posts sobre comentários que recebo no blog, mas alguns destes comentários merecem o destaque que recebem. O post “separando o joio do trigo”, por exemplo, veio de um excelente comentário que o amado pastor Luiz Flor me mandou por e-mail. Mereceu o destaque pelo profundo conhecimento bíblico demonstrado pelo autor, e pela relevância do tema para a edificação cristã.

Outros se destacam pela agressividade histérica e estéril de seus autores, pela incoerência e pela demonstração que dão de estar tão distantes de demonstrar em suas vidas os frutos do Espírito, que simplesmente não faz sentido que estejam lendo e tentando falar a respeito de Deus, quando é tão gritante em suas posturas a distância que mantêm de qualquer das coisas inerentes aos cristãos. Lamentavelmente, recebi de um sectário da doutrina romana um destes comentários. Pela sua irracionalidade, agressividade e absoluta incapacidade de formular um raciocínio lógico e digno de resposta, deveria o referido comentário ser simplesmente apagado e ignorado neste blog. Todavia, assumi um compromisso público com os leitores que frequentam este espaço de jamais apagar um comentário fosse qual fosse seu conteúdo. Neste espírito de sempre dizer a verdade e de sempre respeitar a todos que aqui se apresentam, publico na íntegra abaixo, o comentário em questão (que pode ser lido em seu local original neste link), bem como sua mais que merecida refutação. Para facilitar o entendimento dos leitores do blog, as partes do texto enviado pelo hostil comentarista estão todas grafadas em vermelho. À peleja, então:

“Prezado Gorges Nogueira, Quanto mais penso em me aproximar dos evangélicos, mais esbarro na ignorância de muitos, incluindo o Sr.”

Ao começar seu texto errando meu nome e seguindo com um xingamento, o Sr. conseguiu, em apenas duas linhas, mostrar-nos bastante sobre sua erudição, sobre seu caráter e sobre sua comunhão com o Espírito Santo. Parabéns pela concisão textual. A aproximação que critiquei no post “um só deus e uma só condenação” é justamente esta a que o Sr. se propõe. A aproximação sem conversão, desrespeitosa e leviana. Já que o Sr. não sabe discordar sem ofender e sem se utilizar de palavras de baixo calão, é bom que se mantenha mesmo distante de nós. Somos um povo que busca a incessante santificação de vida, para nos aproximarmos cada vez mais de Nosso Senhor, o que não é compatível com seu comportamento.

“Mostrou um total despreparo em seu artigo, ao se tornar juiz da Fé dos outros”

Quem está me atribuindo o papel de juiz é o Sr. O que eu fiz foi denunciar uma conduta escandalosa e condenável à luz das Escrituras. Se não gostou da condenação à idolatria, pode ir reclamar com Deus.

“Vou começar: Primeiro o Sr. colocou um texto e diz que a luz não pode caminhar com as trevas, e que não pode haver amizade entre Cristo e o maligno.”

Mais uma vez, não fui eu quem disse. O texto em questão está em 2Co 6.14-18. Elucidativamente, o trecho bíblico em questão termina com a seguinte afirmação: “diz o Senhor Todo-Poderoso” Mais uma vez, sugiro que o Sr. reclame com o autor da frase.

“O Sr., pelo visto, já separou o joio do trigo, e diz nas entrelinhas que os católicos são do maligno.”

Aqui o Sr. comete mais um engano. A principal diferença entre nós, é que do lado de cá, não atribuímos a homens as características e atributos divinos. A tarefa de separar o joio do trigo cabe exclusivamente ao meu Senhor. O que eu fiz foi mostrar, de acordo com as escrituras o erro cometido por uma pessoa famosa que vem apostatando da fé a olhos vistos. Não foi o primeiro, e com certeza não será o último. Também não digo nada nas entrelinhas. Quando preciso dizer, digo. Esta é a prática da verdade sem enganos nem subterfúgios. O Sr. deveria experimentar, pelo menos uma vez. É saudável, edificante e vigorosamente recomendado pela Bíblia.

“Já julgou conhecer o coração das pessoas, e, pior ainda, já condenou os católicos, pois sendo do maligno, já estão no inferno, não é mesmo?”

Não é necessário perscrutar o coração das pessoas, quando suas ações se opõem tão claramente à Palavra de Deus. A Bíblia mostra tão claramente tal situação, que deixo que ela responda por mim:

“Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.”(Mt 12.33).

“Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas.” (Lc 6.44).

E nunca condenei os católicos, pelo contrário, caso eu acreditasse que já estão no inferno eu não os exortaria a coisa nenhuma. O que é condenado, não por mim, mas pela Palavra de Deus, são as práticas espúrias, como a idolatria a que se submeteu o dito cantor.

“Gostaria que o Sr: 1) Me provasse, com a sua ‘argumentação’ que pedir a intercessão, mesmo de pessoas que morreram, é uma prática herética. Aonde está a proibição?”

Vou responder ao seu “questionamento” mesmo com sua falta de domínio do idioma dificultando a compreensão de sua pergunta. Primeiramente, é de uma estultícia contumaz, pedir qualquer coisa a um morto. Se vai pedir a alguém para interceder por você, seria mais esperto de sua parte que você pedisse a alguém que está vivo, porque ele poderá fazer algo por você. Segundo que a Bíblia condena firmemente a comunicação com os mortos:

“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.” (Lv 19.31)

“O homem ou mulher que sejam necromantes ou sejam feiticeiros serão mortos; serão apedrejados; o seu sangue cairá sobre eles.” (Lv 20.27)

“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento.” (Ec 9.5);

“Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?” (Is 8.19);

“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti.” (Dt 18.10-12);

“Os mortos não louvam o SENHOR, nem os que descem à região do silêncio.” (Sl 115.17);

“Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Laborais em grande erro.” (Mc 12.27);

Além de tudo o que está exposto acima, ainda há a questão gravíssima de se roubar a Glória do Senhor para dá-la a mortos e a imagens, visto que somente um intermediador há entre Deus e os homens:

“Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,” (1 Tm 2.5).

A questão mais do que óbvia e que salta aos olhos é: por que necessitamos que outros intercedam por nós? Por acaso o Criador do universo necessita do auxílio de homens e mulheres mortais para colocar o Pai a nosso favor? Esta posição católica insulta o Senhor Jesus, tratando-o como incapaz, como um mero olheiro sem poder algum, que precisa da ajuda de criaturas suas que são obviamente inferiores a Ele, pois Ele pode falhar em convencer ao Pai. A Bíblia, ao contrário, nos mostra um Jesus bem diferente desta caricatura pobre apresentada pelos romanistas:

“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.” (Mt 28.18).

“o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja,” (Ef 1.20-22).

Meu amigo católico, Jesus não precisa da ajuda de ninguém para fazer sua obra! Ele é o Todo Poderoso e o único capaz de realizar o seu trabalho!

Ora, mesmo em nossa vida terrena temos muitos exemplos de quão esdrúxula é esta doutrina de homens venerada pelos católicos. Se alguma pessoa tem o telefone pessoal do presidente da república, mantendo com ele uma relação de intimidade que o permitiria contatá-lo a qualquer momento que desejasse, porque este alguém iria antes, tentar falar com a secretária, com o chefe de gabinete, com o ministro ou mesmo com a mãe do presidente para ser por ele atendido? Ao contrário, as pessoas que possuem tal privilégio, não somente dela fazem uso, como o têm por motivo de orgulho.

Se ter acesso a uma autoridade terrena é um privilégio do qual todos querem usufruir, por que não fazer o mesmo com relação ao Deus do universo, Criador de todas as coisas? Quão maior não é o privilégio de se ter acesso a Ele? Porque motivo então, os católicos insistem em criar barreiras de mortos e estátuas mudas para que se possa falar com Deus, se o próprio Jesus já nos disse que devemos nos achegar a Ele para que possamos ir ao Pai? Você precisa decidir se ama mais a Deus ou aos dogmas inferiores criados por homens caídos que sua “igreja” adota!

Se a Bíblia é tão definitiva em afirmar que Jesus é o único Advogado (I Jo 2.1), Auxiliador (Hb 13.6), Intercessor (Hb 7.25, 9.24) e Mediador (1 Tm 2.5, Hb 8.6, 9.15, 12.24) diante do Pai, porque a tradição católica atira longe estes quatro títulos exclusivos do Cristo e os joga aos pés de Maria ou de outros mortos que agora descansam ? Porque continua Jesus a ser desonrado sempre e sempre, mais e mais? Por que o catolicismo mantém esta determinação demoníaca de tirar do único digno toda a honra e dar a alguém ou a alguma outra coisa que não Ele mesmo?

“2) Que as idulgências substituiam o sacrifício do calvário, e ofereciam a ‘salvação’ (sic!) para as pessoas.”

Para alguém que começou sua “argumentação”, me acusando de ignorância, o Sr. demonstra uma absoluta falta de entendimento acerca da doutrina que o Sr. pensa defender. Aconselho-o a estudar mais acerca daquilo em que o Sr. pensa que acredita. Duas podem ser as conseqüências: O Espírito Santo pode lhe mostrar durante estes estudos o quanto os dogmas humanos afastam esta instituição da presença de Deus e lhe inclinar o entendimento à Verdade que Liberta. Caso não seja este o caso, e o Sr. mesmo vendo não enxergue por que seu amor pela instituição terrena é maior do que seu amor a Deus, pelo menos o Sr. se armaria de mais sofismas e argumentos falaciosos para justificar os seus dogmas, como cabe aos defensores das heresias. Neste último caso, que Deus tenha misericórdia de sua alma.

Deixe-me mostrar-lhe o que o catecismo romano diz a respeito das indulgências (caso o Sr. queira confirmar a veracidade dos textos, basta clicar no número do parágrafo ao lado de cada citação que o Sr. será direcionado ao site do Vaticano):

1471 “A indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições, pela acção da Igreja, a qual, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações de Cristo e dos santos. A indulgência é parcial ou plenária, consoante liberta parcialmente ou na totalidade da pena temporal devida ao pecado. O fiel pode lucrar para si mesmo as indulgências, ou aplicá-las aos defuntos.”

Esta é a heresia que é pregada por aqueles a quem o Sr. defende. Se a culpa já foi apagada por Deus, através do sacrifício vicário de Cristo na cruz, não resta absolutamente mais nada a pagar! Isto É invalidar o Sacrifício da cruz do calvário! Jesus é único e mais do que suficiente:

“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Is. 53.5);

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8.1).

A Bíblia é muito clara! NENHUMA CONDENAÇÃO!! Indulgência é doutrina de homens e afronta a Palavra de Deus, ao imputar aos homens uma pena que não existe. Por que motivo alguém invalidaria a salvação de forma tão rasteira? Ora, evidentemente a instituição romana faz uso desta abominação para manter, a todos os que acreditam em suas mentiras e distorções, aprisionados a ela. E o absurdo disparate não para por aí. Antes, se aprofunda e se afasta ainda mais da Palavra de Deus à medida que prosseguimos na leitura do catecismo:

1472 “Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência. O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, portanto, torna-nos incapazes da vida eterna, cuja privação se chama pena eterna do pecado. Por outro lado, todo o pecado, mesmo venial, traz consigo um apego desordenado às criaturas, o qual precisa ser purificado, quer nesta vida quer depois da morte, no estado que se chama Purgatório. Esta purificação liberta do que se chama pena temporal do pecado. Estas duas penas não devem ser consideradas como uma espécie de vingança, infligida por Deus, do exterior, mas como algo decorrente da própria natureza do pecado. Uma conversão procedente duma caridade fervorosa pode chegar à total purificação do pecador, de modo que nenhuma pena subsista”.

Quanta heresia em um único parágrafo! Quanta apostasia, quanto engano, quanta mentira, quanta perversão. Até onde irá a insensatez daqueles que por interesse próprio separam mais e mais o homem de Deus? Dupla consequencia do pecado? Que armadilha diabólica se constrói aqui! Vejamos o que a Palavra de Deus diz em relação ao pecado, em oposição ao dogma romano:

“porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rm 6.23);

“Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.” (Tg 1.15);

A consequencia do pecado é sempre a morte. Não existe possibilidade de haver outra pena pelo pecado. É simples assim. Para Deus não existe um pecado maior do que outro. Pecado é pecado. Por este motivo, Deus deu seu filho unigênito para que morresse pelos nossos pecados. Do mesmo modo que a pena pelo pecado é sempre a mesma, o perdão absoluto, bastante e suficiente é o mesmo:

“Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.” (Jo 5.24).

O Sr. consegue compreender que da morte para a vida quer dizer da morte para a vida? Não existe purgatório! Baboseira, mentira, manipulação! A bíblia não menciona passar da morte para o purgatório, mas passar da morte para a vida! Jesus Cristo pode lhe passar da morte para a vida. Nenhuma outra coisa nem ninguém mais. Veja que tão somente o sacrifício de Cristo na cruz é mais do que bastante:

“carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados.” (1 Pe 2.24).

Porque os católicos não ouvem Pedro? Não faz parte de sua mitologia que ele foi seu primeiro papa? Pois foi ele mesmo, o Apóstolo Pedro, o irmão Pedro quem disse que por suas chagas fostes sarados.

1473 “O perdão do pecado e o restabelecimento da comunhão com Deus trazem consigo a abolição das penas eternas do pecado. Mas subsistem as penas temporais. O cristão deve esforçar-se por aceitar, como uma graça, estas penas temporais do pecado, suportando pacientemente os sofrimentos e as provações de toda a espécie e, chegada a hora, enfrentando serenamente a morte: deve aplicar-se, através de obras de misericórdia e de caridade, bem como pela oração e pelas diferentes práticas da penitência, a despojar-se completamente do homem velho e a revestir-se do homem novo”

Onde Deus deixou alguma instrução sobre penas temporais? Mostre-nos pela misericórdia infinita de Deus! NÃO! Isto não é bíblico! Isto anula a Salvação providenciada pelo Cristo! É uma heresia satânica que tenta frustrar o plano perfeito de Deus. Os católicos tentam pagar pelos pecados com as indulgências, mas a Palavra de Deus nos mostra que Cristo já pagou por TODOS os pecados:

“Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,” (1Co 15.3).

É verdade que Deus deseja que seus filhos pratiquem boas obras, mas estas não são necessárias à salvação. Antes, são um resultado dela, conforme nos mostra o Apóstolo Paulo:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2.8-10).

Uma vez que tenhamos sido salvos pela Graça de Nosso Senhor, as boas obras frutificam em nossas vidas, como testemunho vivo da ação do Espírito Santo de Deus em nós. Mas as boas obras JAMAIS podem ser consideradas como uma exigência para a salvação. Quanto menos, como exigência para o perdão dos pecados pelos quais Cristo já pagou na vida dos que estão salvos. O novo testamento nos mostra inúmeros casos de Cristo perdoando os pecados, mas Ele jamais exigiu de quem quer que fosse que praticasse boas obras para que algum destes pecadores fosse perdoado.

“Vou colocar uma das Teses de seu pai na fé: tese de Lutero nº 91: ‘Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do Papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido’. tese 71: ‘Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.’”

Antes de qualquer coisa, Lutero não é meu “pai na fé” meu Pai e de todos os meus irmãos e co-herdeiros é Cristo Jesus. Às vezes, até utilizamos este termo, para nos referir a quem nos apresentou o Evangelho e nos converteu. Em meu caso, não foi Lutero quem o fez. Infelizmente, ele não viveu quinhentos anos para que pudesse dar um pulo até aqui para me falar a respeito do Verdadeiro Evangelho e de sua salvação. Antes, foi minha esposa quem teve estômago e paciência de, assim que me conheceu, tolerar um católico arrogante como o são em sua maioria os católicos (com excelentes e raras exceções) e tão impertinente e “cheio de razão” como o Sr. mesmo se apresenta hoje. Glória a Deus por isso. Ao isolar uma única tese das demais para tentar dar-lhe um sentido que ela não tem, o Sr. de fato demonstra sua verdadeira natureza e intenção, agindo como agem todos aqueles que tentam manipular e distorcer a verdade revelada nas Escrituras. Para analisar a tese de número 91, que tal trazê-la de volta ao seu contexto original, mostrando as que a antecedem, para que possamos compreender sua intenção? Vejamos:

“81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.

82. Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas – se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?

83. Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?

84. Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta, por amor gratuito?

85. Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?

86. Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?

87. Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?

88. Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?

89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?

90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.”

Veja, meu caro inquisidor (afinal está me inquirindo, não é mesmo?), que a verdade é bem diferente do aquilo de que o Sr. tenta nos imputar. Vou lhe contar algo que o deixará chocado: Lutero era um padre católico. Como padre católico, mantinha a mesma postura ensinada no Evangelho. Lutero não tinha intenção de romper com a instituição romana. Antes, as 95 teses foram uma tentativa de diálogo e de debates. Até então, Lutero não tinha ainda consciência de que o papa era não só conhecedor, mas também a mente diabólica por trás do ensino das indulgências. Até aquele ponto, Lutero, homem fiel às suas crenças e imbuído do espírito de conciliação e de fato de reformar a igreja em que estava, não pensava em romper com a tal instituição. Antes, em sua inocência, intentava alertar ao papa do que ele imaginava que o “pontífice” não soubesse.

“Existia sim, um mercenário chamado Tetzel, a igreja é composta por santos e pecadores, não é mesmo? ou na sua só tem santo?”

Sim. Este mercenário Johann Tetzel agia sob as ordens de outro mercenário ainda pior: o papa Leão X. Este mesmo mercenário acabaria por excomungar Lutero justamente por defender a Verdade salvadora do Evangelho. E a Igreja não é composta por santos e pecadores, como o Sr. afirma. O contrário, é composta somente por pecadores, como nos ensina o Apóstolo Paulo:

“pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23)

“tem mais, tese 77: ‘A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o Papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa’ Você afirma defender as 95 Teses de Lutero, mas mal deve conhecê-las.”

Novamente, o Sr. está sendo leviano ao distorcer os textos que o Sr. tenciona combater. Discordar, além de permitido, obviamente é saudável. Mas a discordância desleal, onde se distorce alguma verdade para se poder combatê-la, é abominação perante Deus. Lembre-se do que a Palavra do Senhor nos ensina sobre a mentira:

“Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” (Jo 8.44).

Não sou o dono da verdade, apesar de pregá-la e amá-la, e o Sr. é livre para discordar e refutar tudo o que escrevo. Peço apenas que não seja leviano nem desrespeitoso como o Sr. se mostrou até aqui. Quanto ao conhecimento acerca das teses de Lutero que o Sr. alega que desconheço, vou ajudá-lo, colocando novamente no contexto o que o Sr. tentou manipular, para poder melhor mostrar ao mundo a o tamanho da mentira do Sr. inquisidor e definitivamente combatê-la:

“67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.

68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade na cruz.

69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.

70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.

71. Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.

72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.

73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,

74. Muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram defraudar a santa caridade e verdade.

75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.

77. A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.

78. Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Co 12.

79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.”

Exultai, todos os que amam a verdade! Eis que mais uma vez, podemos desmascarar a mentira onde a encontramos. Aqui vamos tratar logo da tese 71 que o Sr. questionou mais acima, para que nem uma mentira somente fique sem a devida refutação.

Creio que o texto da tese 72 explique, por si só, o que Lutero quis dizer na 71, sem necessidade de muitos comentários. Lutero quis deixar claro que não se insurgia contra a igreja, justamente para não ser acusado de ir contra a instituição, já que como explicado acima Lutero ainda acreditava que a corrupção do credo católico fosse localizada e não generalizada como a própria história tratou de nos mostrar.

A tese 77, por sua vez, completa a sentença da tese 76 e é completada pela sentença da tese 78, deixando claro que Lutero está sim combatendo a prática espúria da venda de indulgências.

“Você nos acusa de idolatria, mas nem demonstra saber o que é idolatria. Saiba que tenho devoção à Maria, mas não a idolatro e não a tenho como deusa, não a reconheço como “criadora do céu e da Terra”. Você demonstra uma profunda falta de conhecimento sobre a devoção que nós [católicos] temos pela mãe do Senhor (Lc 1:43).”

Mais uma vez, o Sr., em sua atitude raivosa e irracional vem me acusar de ser ignorante ou de “não saber” alguma coisa para tentar desqualificar minha crítica. Mesmo assim, como prova de que não sou movido pelo mesmo espírito contencioso que o Sr. vou em seu auxílio:

Idolatria é uma palavra de origem grega que tem como origem outras duas palavras: Eidolon que significa imagem e latreia que é significa culto. Desta forma, a etimologia da palavra nos deixa claro o seu significado: “culto a imagens”. Somente neste campo, basta dizer que quando o Sr. se ajoelha em frente a uma estátua, ou quando a carrega em procissão, quando a segue em procissão, ou quando acende uma vela diante dela está praticando a idolatria.

Mas o dicionário Michaelis da língua portuguesa, nos mostra mais alguns significados para o termo:

“sf (lat idolatria) 1 Adoração de ídolos. 2 Ato de prestar culto divino a criaturas. 3 Amor cego, paixão exagerada.”

Temos muitos dicionários com definições mais completas, mas para que o Sr. mais uma vez não distorcesse a verdade, quis informar uma fonte que pudesse ser imediatamente consultada por todos que acessem este blog. Por este motivo, as definições acima podem ser confirmadas neste link.

Seguindo seu raciocínio, o Sr. afirma que tem devoção por Maria, que diga-se de passagem está morta, mas não a idolatra. Vejamos então a definição do mesmo dicionário para a palavra devoção(deste link) :

“sf (lat devotione) 1 Sentimento religioso; dedicação às coisas religiosas; culto especial a um santo; práticas religiosas. 2 Observação espontânea dessas práticas. 3 Dedicação íntima. 4 Afeto. 5 Veneração. 6 Objeto de especial veneração: Você é a minha devoção.”

Veja que a definição de número 2 para idolatria é: “Ato de prestar culto divino a criaturas”. Já a definição número 1 para devoção abrange “culto especial a um santo”. Desta forma, devoção à “santa” é idolatria, afinal, o que são os “santos” senão criaturas de Deus? A não ser que o Sr. me esclareça que a instituição romana adotou uma nova heresia que afirma que Maria também é eterna e não foi criada por Deus. Pelo que vemos, Sr. inquisidor, se alguém aqui desconhece o significado das palavras, este não sou eu. Mas também não acredito que o Sr. não saiba o que está falando. Ao contrário, quanto mais avanço na leitura de sua crítica, mais me convenço que o Sr. tenta, levianamente, confundir a mim e aos leitores deste blog.

Não vou aprofundar aqui a análise da mariolatria que o Sr. pratica. Para isto, indico o artigo que o Sr. encontra neste link.

“Se algumas pessoa se sentiram desconfortadas com a música ‘não divulgo o nome’, que tem em seu refrão o trecho: ‘Ave-Maria’, devem sentir-se desconfortados também quando leem a saudação que o anjo Garbriel fez a ela: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’ (Lc 1: 28) Devem se sentir desconfortados quando leem a saudação da prima de Maria, Isabel, que, ‘cheia do Espírito Santo’, disse: ‘e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.’ (Lc 1: 41-42)”

Mais uma vez, recomendo que o Sr. leia o post sobre a mariolatria e prometo-lhe que outros serão escritos em breve. Por enquanto, posso lhe dizer que anjos e profetas também saudaram e abençoaram a Abraão e a Davi, e nem por isso ninguém sai se curvando perante eles ou cantando a eles louvores. E caso o façam, que sejam anátema!

“Não é Deus que nos separa, é o Sr. que propõe a divisão. Nós, católicos, acreditamos no mesmo Deus que os protestantes acreditam, um Deus Tri-Uno (Pai, Filho e Espírito Santo). Portanto o Sr. está dizendo que é outro Deus.”

Ao contrário, quem nos separa é Deus mesmo. Mas se Jesus precisou explicar as parábolas até para os Apóstolos que andavam com Ele todos os dias, quanto mais para quem absolutamente não o conhece. Segue a explicação dada pelo próprio Jesus:

“Então, despedindo as multidões, foi Jesus para casa. E, chegando-se a ele os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno;” (Mt 13.36-38).

Aqui sim cabe a separação entre o joio e o trigo que o Sr. mencionou acima, mas quem separa é o Senhor Deus não sou eu. Eu só não me misturo e não participo de rituais pagãos.

“Pelo título de seu artigo, como já disse, o Sr. condenou todos envolvidos no evento. Se colocou como a quarta pessoa da Santíssima Trindade, pois tomou o papel de Deus para condenar seu próximo (seu irmão).”

Desnecessário refutar novamente. Leia o texto acima sobre quem condena e quem separa. Com relação a ser a “quarta pessoa da trindade”, nem me darei ao trabalho de responder teologicamente, visto que é mera provocação e ataque pessoal. Mas me intriga o fato do Sr. conseguir imaginar um TRIndade com quatro pessoas. Percebo que além de Bíblia e de língua portuguesa o Sr. também carece de uma boa tabuada. Também quanto a quem são meus irmãos já lhe respondi anteriormente.

“O Sr. se revela um fundamentalista prosélito, que pena. Mesmo assi, vou continuar admirando alguns evangélicos, que se mostram mais felizes e coerente em sua fé, pois encontraram a Paz do Senhor, e não tem a necessidade de agredir a fé alheia.”

Sua percepção acerca de minha pessoa é tão absolutamente irrelevante, que sequer me darei ao trabalho de lhe responder. E o Sr. se engana terrivelmente quando tenta julgar minha alegria, pois a tenho em fartura. É um fruto do Espírito. Quanto a esses que o Sr. admira, demonstram realmente alegria, ou apenas um triunfalismo vazio que impede o discernimento?

“Para terminar, o Sr. criticou a Ana Paula Valadão, por não permitir comentários no blog dela, espero que o Sr. publique o meu, para dar o exemplo que pede.”

Para terminar, no mesmo parágrafo em que critico a cantora, digo que o seu irmão foi mais digno, por que havia publicado meu comentário. Nisto confesso que me precipitei e me arrependo. O cantor em questão, como não poderia deixar de ser, graças à origem e apostasia que compartilha com a irmã, principiou por bloquear os comentários de outros irmãos que o criticaram, e findou por apagar não apenas os comentários, como também todo o texto que ele mesmo havia postado. Mudar de idéia é louvável, admitir o erro é edificante e gratificante para quem admite, mas simplesmente apagar algo que havia dito por medo das reações contrárias é covardia. Não tem nenhuma dignidade nisto. Atendendo ao seu pedido, não só publiquei seu comentário como lhe dei o devido destaque.

“Deixo até meu e-mail: (***)

Paz e Bem! (saudação franciscana)

Saint-Clair! ”

Com relação a divulgar seu e-mail, evidentemente que eu não permitiria. Li todos os três posts de seus dois blogs (somados), e não pude deixar de perceber que nenhum deles tem sequer um comentário e que o Sr. não possui leitores em seus blogs. Desta forma, não serei eu a dar a publicidade que o Sr. não conseguiu. Quanto à sua saudação franciscana, respondo com a tese 92 de Lutero:

“92. Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: “Paz, paz!” sem que haja paz!”

Minha oração é de que o Espírito Santo do Senhor possa lhe abrir os olhos para o erro em que vive. Que Jesus lhe abençoe fartamente!!

11 Comentários para " O Império contra-ataca "

  1. Terezinha Maria disse:

    UAU!!!!!!!!! QUE DEUS TREMENDAMENTE ESTRATEGISTA É ESSE NOSSO!!!!!

    Á ELE A HONRA E A GLÓRIA PARA TODO O SEMPRE PELOS DONS QUE ELE TE CONCEDEU IRMÃO ABENÇOADÍSSIMO GEORGES NOGUEIRA, E COM MUITO SENSO DE HUMOR!!!!
    MAIS UMA VEZ…………UUUUAAAAAAAAAUUUU!!!!!!
    abços
    em CRISTO
    sua irmã, pelo SANGUE DO CORDEIRO!!!!!!

  2. Terezinha Maria disse:

    Ah…! Um DETALHE,rs, creio que assim como os fariseus daquela época perseguiram ao próprio Senhor Jesus, não sabendo o que estavam fazendo, assim os fariseus modernos, estão perseguindo aos Seus seguidores que amam a VERDADE! Não sabendo que estão atacando ao próprio DEUS!!!
    Na graça, e na pureza do Evangelho (boas novas) de Jesus Cristo, eternamente!

  3. Terezinha Maria disse:

    O Senhor Jesus sempre me chamou a atenção para o que Ele diz em Mat.11:25-30. Eu entendo que Ele disse se quisermos compreender a verdadeira mensagem de Deus, precisamos ir à Ele com humildade, e sinceridade de querer REALMENTE conhecê-Lo. À esses, Ele se deixará encontrar. O jugo Dele, não é o jugo da “religiosidade”, nem dos rituais, que o homem na seu orgulho próprio inventou. Quando realmente conhecemos o seu jugo, e o seu fardo, somos as pessoas mais serenas desse Universo, porque a Sua paz excede todo o entendimento humano. E é para isso que Jesus foi enviado, para inocular dentro do homem, que ele próprio não tem condições de conhecer ao Senhor Deus, Jesus é essa rica possibilidade à todos aqueles que realmente se acham perdidos. Essa mensagem do Reino de Deus não pode ser eclipsada por outros “deuses”, e nem nunca vai ser. Ele não divide a Sua glória com ninguém!!!
    No desejo de que todos que querem se aproximar Dele, para encontrá-LO, DEVEM DEIXAR OS SEUS PRÓPRIOS CAMINHOS (Isaías 55:6-7)
    abços

  4. Carlos Leonardo Assis dos Santos disse:

    A Paz irmãos !!!!
    Fico bobo com tantos católicos sem conhecimento!!!Eles lêem as teses de Lutero mas esquecem de ler a bíblia !!!!Vamos continuar orando por eles!!!

    Graça e Paz^^

  5. Henrique Saint-Clair disse:

    OBS: erros de português, ao digitar são, compreensíveis. Peço compreensão!

    Paz!

  6. Cristã Neófita disse:

    Irmão Georges,

    Peço a gentileza de publicar este comentário. Gostaria de perguntar ao Sr. Saint Clair qual o ofício dele. Ele é padre ou seminarista?
    Mera curiosidade…

    Obrigada!

  7. Henrique Saint-Clair disse:

    Cristã Neófita,

    Não sei se pôde ler o meu comentário (nº 5)…pois para mim, aparece que ele está aguardando moderação para ser publicado.

    Mas se leu “tudo” escrito acima, verá que não sou padre. Sou um “leigo” e estudo a Palabra de Deus. Só que não a uso para “jogar” meus irmãos no inferno, e não saio tirando as “minhas conclusões”, pois acato o Magistério da Santa Igreja Católica (Quem tem autoridade para interpretar as Sagradas Escrituras)

    Sou catequista em minha comunidade (Paróquia).

    ______________________________________________-

    Sr Georges Nogueira,

    Não sei se publicou meu comentário (nº05), mas publique este já que foi perguntado pela usuária do comentário nº07.

    Dominus Vobiscum!

    • Sr. Henrique:

      NESTE blog, EU decido o que publicar ou não.
      Seus comentários raivosos, preconceituosos e cheios de engano e dolo não serão mais publicados aqui. Quanto às distorções da Palavra que o Sr. desrespeitosamente utiliza, pode ficar tranquilo: serão todas publicadas e devidamente refutadas.

  8. jaci araujo disse:

    Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco, amado vamos nos unir-mos , pois está chegando a hora , em que os seus adoradores os adorem em espírito e em verdade . Deus os abençoe !!

    • jaci:
      “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.
      (2co 6.14-18)

  9. jaci: ao moderar seu comentáio, pude perceber que, graças ao péssimo serviço de hospedagem da UOL, o texto desse artigo havia se perdido na mudança do tema do blog.
    Restaurei-o de meus backus, assim como estava na data de sua publicação. Você conseguirá ler o artigo agora, visto que quando postou seu comentário, você o fez em um artigo cujo texto não estava disponível.


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