Ouvindo a voz de Deus

23,dez,2010 por Olivar Alves Pereira

Deus fala através das Escrituras

“1 Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação.

2 Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos.

3 Porque o SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses.

4 Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem.

5 Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes.

6 Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou.

7 Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto e ovelhas de sua mão. Hoje, se ouvirdes a sua voz,

8 não endureçais o coração, como em Meribá, como no dia de Massá, no deserto,

9 quando vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, não obstante terem visto as minhas obras.

10 Durante quarenta anos, estive desgostado com essa geração e disse: é povo de coração transviado, não conhece os meus caminhos.

11 Por isso, jurei na minha ira: não entrarão no meu descanso.” (Salmo 95)

No trecho destacado do salmo acima,  (v. 7b-8a), o salmista conclama os filhos de Deus a virem até Deus e adorá-Lo, com júbilo e alegria, pois, o Senhor é “o Rochedo da nossa salvação” (v. 1). Ele é o Deus que está acima de tudo e de todos, Criador Todo-Poderoso do universo e mantenedor do mesmo (vs3-5), por essa razão, toda adoração, louvor e rendição total a Ele devem ser a resposta dos Seus filhos (v.6-7). Em meio a todas essas verdades, o salmista nos lembra que devemos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes ao que Ele nos diz. E é sobre isso que quero meditar com você nessa ocasião: Ouvindo a Voz de Deus.

Sempre que digo que Deus fala ao nosso coração alguém me pergunta: “Mas, você ouve a voz de Deus? Você consegue ouvi-Lo como quando uma pessoa fala com você?”. Um dia desses, minha filha de seis anos me fez a seguinte pergunta: “Papai, quando Deus fala com a gente, a gente consegue ouvi-Lo?”.

É claro que não ouvimos a voz de Deus audível e sonoramente. Quando Deus fala conosco Ele o faz de formas muito distintas que só podem ser percebidas quando estamos vivendo em comunhão com Ele. E destaco aqui pelo menos três formas como Ele fala conosco.

1 – Ele nos fala através dos meios naturais

Deus fala constantemente ao nosso coração por meio das circunstâncias, pessoas e por meio de Sua Criação; são esses os meios naturais.

No Sl 19.1-4 a Bíblia nos diz que Deus revela a Sua glória por meio da Criação. O firmamento, o sol, o decurso dos dias e das noites, neles “não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até aos confins do mundo”.

Outro texto muito importante é Rm 1.20:

“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas”.

Deus nos fala constantemente por meio das pessoas. Através de uma conversa alguém pode dizer-nos algo que estávamos precisando ouvir. Um exemplo bíblico disso é quando o profeta Natã vai ter com Davi para levar-lhe a repreensão e a correção de Deus por causa do seu pecado de adultério, 2Sm 12.1-15. Esteja atento a esses meios naturais, pois, Deus pode usá-los para falar com você.

2 – Ele nos fala através da nossa consciência

A consciência é a capacidade que temos de formular juízos e valores morais sobre nós mesmos. É aquele senso de aprovação ou reprovação dentro do nosso coração que nos guia, mostrando se nossas atitudes são certas ou erradas.

Ela é a voz da nossa alma e é uma das “portas” pelas quais Deus entra e fala conosco. Ela estabelece padrões elevados para nós, e quando não alcançamos esses padrões, somos tomados por um sentimento de culpa, o qual no crente produz profunda tristeza que leva ao arrependimento e confissão para então, assim, apropriar-se do perdão de Deus.

A nossa consciência é sensível, e quando pecamos contra ela (quando fazemos aquilo que julgamos ser pecado), aos poucos a ferimos até que chega a um ponto em que ela cauteriza, calcifica e endurece. Nesse ponto, nos tornamos soberbos e rebeldes, orgulhos e autossuficientes, incapazes de abandonarmos o pecado até mesmo porque nesse ponto o pecado é o que mais nosso coração deseja.

A Bíblia nos diz em Rm 2.14,15 o seguinte: “Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se”. O que Paulo está dizendo aqui é que mesmo aqueles que não são salvos por Cristo, que não reconhecem a Lei de Deus como regra, eles sabem que coisas como, mentir, roubar, matar, adulterar, desonestidade, etc., são pecados, ou pelo menos que não são coisas que uma “pessoa de bem” deve praticar. Mas, quando eles praticam tais coisas, a consciência deles os acusa, porque fizeram algo que recriminavam.

Deus fala constantemente à nossa consciência. Quando pecamos, temos conhecimento de que quebramos um ou mais mandamentos de Deus.

Em sua defesa perante o rei Agripa, Paulo, relatando sua conversão, cita as palavras que Deus lhe falou: “Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões” (At 26.14). A figura aqui é a daquela vara pontiaguda usada para ferroar o boi forçando-o a puxar o arado ou o carro. Os aguilhões aqui são os de Deus na consciência da pessoa. Dura coisa é resistir à “ferroadas” que Deus dá em nossa consciência quando pecamos contra Ele. Por isso a ordem que a Bíblia nos dá no Sl 95.7b-8a: “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o coração”.

Contudo, é importante ressaltar que a nossa consciência é corrompida pelo pecado, e, justamente por isso, ela pode se enganar considerando como bom algo que é mal. Por causa do pecado, nossa consciência não é um meio confiável para nos orientar.

Como disse há pouco, a nossa consciência é muito melindrosa. É como o nosso olho, que se lhe entrar um cisco, muito nos incomodará. Mas, se permitirmos que esse cisco permaneça ali, ele poderá nos levar à cegueira. Com a nossa consciência acontece o mesmo. Se permitirmos que pecados não confessados, não combatidos se alojem em nosso coração, fatalmente, nossa consciência será danificada, endurecida, cauterizada.

Sabendo disso, Deus nos deixa algo infalível, inerrante, suficiente e perfeito para nos guiar, através do que Ele fala ao nosso coração:

3 – Ele nos fala através da Sua Palavra

A Palavra de Deus é infalível (Is 55.10-11) – se algo falhou não foi Ela, mas, sim, minha obediência. Ela é inerrante – ela não contém erros, e, portanto, é perfeita (Sl 19.7; Tg 1.25). Ela é suficiente – não necessitamos de nada mais para nos orientar (Sl 73.25). Se nos submetermos a ela, com certeza sempre saberemos o que e quando fazer.

Se quisermos viver em paz temos de cumprir o que a Bíblia nos ordena. No Sl 119.165 lemos: “Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço”.

Temos de guardar em nosso coração a Palavra de Deus para não pecarmos contra Ele, Sl 119.11.

A Palavra de Deus deve habitar em nosso coração, e isso, ricamente (Cl 3.16), pois, somente quando a Palavra de Deus assim habitar em nosso coração, ele estará tomado com o que há de melhor nessa vida.

Se quisermos experimentar a paz que excede todo entendimento (Fp 4.7), temos de nos submeter à Palavra de Deus, não somente deixando de fazer coisas erradas, mas, principalmente, fazendo coisas certas. Errar por omissão é pecado tanto quanto errar por ação.

As circunstâncias podem ser confusas; nossa consciência pode ser atrapalhada pelos nossos conceitos errados, pelo nosso pecado, pelo nosso egoísmo; mas, a Palavra de Deus é pura, límpida e não deixa margem para dúvidas. Ela não falha em seus ensinamentos.

Deus pode falar ao nosso coração por meio das circunstâncias porque Seu relacionamento conosco se dá nas circunstâncias dessa vida. Ele pode apelar à nossa consciência porque é através do nosso coração (consciência) é que compreendemos o que Ele quer nos ensinar. Mas, é através da Sua Palavra que Ele nos fala claramente.

Devemos gastar tempo meditando nela, memorizando Suas verdades, e aplicando seus ensinamentos.

Precisamos entender que tudo quanto está registrado na Palavra tem como propósito glorificar a Deus através da nossa vida. Em Rm 15.4 lemos: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”.

Uma das coisas que mais precisamos nessa vida é a esperança. Colocamos nossa esperança em tantas coisas como: um trabalho novo, um relacionamento novo, um ano novo, etc., e por isso mesmo, vivendo em busca de “novidades” só encontramos frustração e desespero. Mas, a Palavra de Deus é clara: a esperança nasce por meio da “consolação das Escrituras”, e nesse processo de consolação por meio das Escrituras precisamos ter “paciência” enquanto somos por Elas ensinados.

Não gastamos tempo com a Bíblia; não investimos tempo meditando na Palavra, consequentemente, não a obedecemos, pois a obediência vem por meio da aprendizagem e a aprendizagem vem por meio de uma ação paciente de um estudante que se debruça sobre a Palavra, e por meio de uma submissão constante.

Infelizmente, vivemos contestando a Palavra dizendo que é impossível cumpri-La. Mas, se está revelado ali é porque é vontade de Deus, e se é vontade de Deus, Ele nos capacita a cumprir. O problema é que não queremos fazer a vontade de Deus, mas, queremos que Ele faça a nossa.

Conclusão

Em sua música “Integridade”, pr. Jorge Camargo diz:

“Palavras que dão sentido ao que eu faço /Com atos que autenticam o que eu digo /A marca que deve sempre andar comigo /A essência do que a Deus eu ofereço /Um maior compromisso com a verdade /Em passos que não desviam do seu caminho /Mesmo se for preciso andar sozinho /O anseio de viver com integridade /É fruto de um coração que deixa-se amolecer /Banhado por contrição, disposto a obedecer”.

Um coração amolecido, contrito e disposto a obedecer, é tudo isso que precisamos ter quando ouvirmos a voz de Deus falando nas circunstâncias da vida, em nossa consciência e especialmente por meio da Sua Palavra, porque ouvir a voz de Deus implica em obedecê-La.

Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação.

Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos.

Porque o SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses.

Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem.

Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes.

Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou.

Ele é o nosso Deus, e nós, povo do seu pasto e ovelhas de sua mão. Hoje, se ouvirdes a sua voz,

não endureçais o coração, como em Meribá, como no dia de Massá, no deserto,

quando vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, não obstante terem visto as minhas obras.

Durante quarenta anos, estive desgostado com essa geração e disse: é povo de coração transviado, não conhece os meus caminhos.

Por isso, jurei na minha ira: não entrarão no meu descanso.

13 Comentários para " Ouvindo a voz de Deus "

  1. SAMUEL disse:

    Quando chegar o FIM,

    se os Arminianos estiverem certos de sua doutrina ,,,,, os Calvinistas serão condenados

    se os Calvinistas estiverem certos de sua doutrina,,,, os Arminianos serão condenados,,,,

    Ou poderão os Arminianos e Calvinistas desfrutarem do Céu com o Criador.

    Ou será que Deus mandarão todos para o Inferno e lá ficarão somente os Adventistas, ou os Testemunhas de Jeová, ou os Judeus?????

    • Que eu saiba, Samuel, os calvinistas, como grupo, pertencem à Igreja invisível do Senhor. Nossas divergências pontuais são só isso mesmo: divergências pontuais. Obviamente há entre os calvinistas aqueles que irão se perder, como também há entre os Arminianos.
      Daí a comparar os cristãos legítimos com seitas como o Adventismo e as TJ, é uma distância muuuuito longa.
      De qualquer forma, a Bíblia nos mostra o fim de cada um desses grupos, incluindo os judeus. Dê uma lida e você entenderá melhor.

  2. Olivar Alves disse:

    Como bem respondeu o Georges, meu caro Samuel, temos divergências, as quais não nos afastam por si mesmas. Qualquer afastamento entre irmãos se dá por pecados como orgulho, soberba e arrogância.
    Tenho grande alegria de conviver com meus irmãos arminianos aqui sendo eu um calvinista (embora eu prefira ser chamado de “reformado”).
    Aqui cresço com eles e eles comigo.
    Olivar

  3. carla lima disse:

    A paz. Irmao Oliver gostei muito da sua mensagem e quisera poder fazer com que muitas pessoas pudera ler o que escreveste… deveras que ultimamente escuto demasiada gente dizendo que conversou com Deus.. que Deus disse isso e aquilo, como se Deus tivesse conversando o tempo inteiro ou melhor fofocando…escuto, escuto e fico calada. pq sei que desde o velho testamento Deus nao fala com ninguem, somente atraves de Jesus Cristo nossas mensagens chegam ate ele. e se chegam quem nos responde certamente e Jesus Cristo nosso Redentor e Salvador.

  4. Olivar Alves disse:

    Oi Carla,
    Quanto mais caminho na Fé Cristã mais entendo a necessidade de um Mediador entre Deus e eu. Não me sustento sozinho, nem posso me garantir diante de Deus se Jesus não estiver ali entre nós.
    Abraços

  5. carla lima disse:

    A paz. Irmao como sentimos muitas vezes a necessitade de entendermos coisas das quais nao entendemos dentro da igreja e o que ja li me ajudou bastante, mas como digo ao meu coraçao que muitas vezes incomodamos ao nosso amoroso Jesus com problemas dos quais nos mesmo podemos resolver. Jesus te sustenta sim, e continuaras a te sustentar pq buscas a face dele… nas minhas oraçoes rogo sim, pq pedir a gente pedi, pela nossa igreja, nossos irmaos, etc….mas ja tu sabes que tudo vem segundo a vontade dele e no nosso merecimento e no merecimento dos demais.
    pero no relogio de Deus que tem a hora exata das coisas acontecerem. big abraço! Carla

    • Só uma observação, Carla: nada recebemos conforme nosso “merecimento”. Caso recebêssemos todos conforme nosso merecimento estaríamos todos no inferno, porque é só isso o que a Bíblia diz que merecemos

      • carla lima disse:

        O inferno não foi preparado para nós, mas “para o Diabo e seus anjos (demônios)” (Mateus 25.41). Entretanto, a Bíblia diz que todos os que rejeitam a oferta de salvação e o perdão de Deus irão para lá veja (João 3.36).

    • Olivar Alves disse:

      Carla
      Não posso deixar de comentar algo que você disse e que é muito sério e preocupante. você disse:
      “mas como digo ao meu coraçao que muitas vezes incomodamos ao nosso amoroso Jesus com problemas dos quais nos mesmo podemos resolver”.
      Retire esse pensamento do seu coração. Ele é pecaminoso por dois motivos:
      1) Não incomodamos a Deus com nossos problemas. A Bíblia nos manda muitas vezes a trazermos a Cristo nossos problemas: 1Pe 5.7; 1Pe 3.12; 1Tm 2.1; Fp 4.6, entre outros.
      Ele nos manda confiar Nele. Quando O buscamos em tudo demonstramos nossa confiança em Seu poder e Soberania.
      2) Não podemos resolver problema algum sem a ajuda de Deus. jesus disse: “Sem mim, nada podeis fazer”. Portanto, quando queremos resolver as coisas por nossas próprias forças estamos pecando contra Deus por não dependermos Dele. Todos quantos na Bíblia não dependeram de Deus se afastaram Dele. Creio que você não quer isso para sua vida.
      Por fim, concordo plenamente com o Georges quanto ao merecimento. Não merecemos bênção alguma de Deus. O que merecemos é o inferno por sermos pecadores, mas, Deus por Sua Graça (favor que não merecemos) nos conduz ao céu por meio de Cristo.

      Faço essa exortação a você com amor e com o desejo de vê-la desfrutando do Evangelho de Cristo com clareza.
      Com amor
      Pr.Olivar

      • carla lima disse:

        Amado irmao a paz, sossegue seu coraçao, digamos que o irmao George nao tenha se expressado muito bem e respondi apenas com versiculos da Biblia, eu nunca havia participado de Blog,mas em meio algumas pesquisas acabei por cair no palavra que liberta, que por conta disso tive que me aprofundar em mais pesquisas etc…mas quando me refiro a !nao incomodar a nosso amoroso Jesus! refiro-me a que vejo gente pedindo ajuda ate na hora de comprar um xampu, as vezes algo como conversar com alguem que tem uma certa ignorancia em tal questao e ja acham que tem demonio no meio etc… mas acredite sempre busco a ele a todo tempo… muito mais pra adora-lo. Agradeço a sua atençao admiro muito o seu trabalho e a forma de se expressar tao carinhosamente. um big Abraço

        • Você tem certeza de que eu não me expressei bem, Carla?
          Você pode ser mais específica e me dizer sobre o que não me expressei bem?

          • carla lima disse:

            A paz irmao. Sim posso responder. Irmaozinho amado, inevitavelmente o senhor me faz rir, nao me interprete mal, mas realmente esse tema ja me causa risos… George eu respeito o ponto de vista de cada um pq todos nos que lemos e estudamos a Biblia temos pontos de vista diferente, sao centenas de interpretaçoes e variaçoes…enfim meu ponto de vista difere do seu em relaçao ao MERECIMENTO, mas como no momento estou estudando sobre varios temas diferentes, pesquisarei mais para que em outra ocasiao possamos discutir melhor o tema. no mais minhas sinceras desculpas por quaisquer coisas que escrevi e nao tenha me expressado bem. A paz irma Carla

            • Posso até concordar com você que existam “interpretações diferentes”, mas a verdade é uma só, e quem interpreta a Bíblia contra essa verdade, só o faz para atender aos próprios interesses, acima da vontade de Deus. A Bíblia não diz centenas de coisas diferentes sobre o mesmo tema. E a Bíblia não permite que eu imagine que eu tenha algum MERECIMENTO além do inferno.
              Ao contrário de você, eu não respeito póntos de vista que discordem da Bíblia, o que vão contra a Palavra de Deus.
              Gostaria muitíssimo que você me mostrasse qual é essa sua opinião sobre o seu MERECIMENTO, porque ne Bíblia que eu leio, não consegui encontrar nenhum MERECIMENTO por parte de nenhuma pessoa.


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