Queime antes de ler (um viva ao neo ateísmo)

06,mar,2010 por Georges Nogueira

Ancestrais famosos dos ateus evolucionistas.

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos. (Sl 119.105)

Existe um movimento denominado “Neo ateísmo” que tem sido celebrado por algumas das cabeças mais vazias de que se tem notícia. Seus expoentes, como o evolucionista Richard Dawkins, e o neo-ignorante Sam Harris, são endeusados por eles, apesar de os mesmos alegarem não acreditar em nenhum deus.

São generosos em sua contradição, pois grande parte de sua “filosofia” é baseada simplesmente na acusação infundada de tudo o que se faz na Igreja. Desta forma, condenam o dízimo, alegando que esta é uma forma da Igreja se enriquecer à custa dos fiéis. Estupidamente, no entanto, os neo ateístas enriqueceram seus deuses (Dawkins, Dennett, Hitchens e outros estultos), comprando tudo que estes escreveram mesmo que sem absolutamente nenhum fundamento científico ou filosófico.

A ciência e a filosofia, diga-se, são as bandeiras que eles alegam estar sempre a seu lado, mas na esmagadora maioria das vezes não há absolutamente nada de filosófico ou de científico em suas alegações.

Constituem, uma triste legião de “Zé-colméias”, pensando ser “mais espertos que a maioria dos ursos”, quando, na verdade, estão virando as costas para o Salvador, que é a única esperança que qualquer ser humano possa ter em sua existência miserável e corrompida pelo pecado.

Acabei de tomar conhecimento de uma matéria veiculada em uma revista pseudo-científica-popular intitulada “Deus está morto?”. A matéria em questão trata dos escritos desse pessoal já citado acima, com especial ênfase ao livro “A morte da fé – Religião, Terror e o Futuro da Razão”, de autoria do também já citado Sam Harris.

O autor em questão, prolífico e prolixo ao rotular todo cristão de “ignorante e fanático”, em sua obra demonstrou ser mais ignorante e mais fanático do que qualquer um dos que ele acusa de maneira irascível e sem qualquer sustentação lógica, científica ou filosófica que seja.

A princípio, Sam Harris apresenta alguns sintomas clássicos da esquizofrenia. Vejamos uma breve descrição dos sintomas dessa doença, conforme o site especializado entendendo a esquizofrenia:

“Os sintomas positivos estão relacionados diretamente ao surto psicótico. Entende-se por surto psicótico um estado mental agudo caracterizado por grave desorganização psíquica e fenômenos delirantes e/ou alucinatórios, com perda do juízo crítico da realidade. A capacidade de perder a noção do que é real e do que é fantasia, criação da mente da própria pessoa, é um aspecto muito presente nos quadros agudos da esquizofrenia.”

Basta uma leitura superficial da obra de Sam Harris, para que qualquer leigo perceba em seus escritos os sintomas citados acima. Harris é um fanático, da espécie mais perigosa. Completamente maluco, acredita que sua maluquice é uma verdade. Cria realidades particulares que possam se adequar ao seu ideário doentio e fundamentalista, maquiando fatos de maneira descarada, e usando de estratégias rasteiras para infundir um medo acéfalo em seus leitores.

A ideologia de Harris pode ser comparada à de malucos famosos e extremamente perigosos, como Osama Bin Laden ou Adolf Hitler, afinal, os dois últimos também defendiam que suas idéias de intolerância e ódio constituíam o único caminho para a humanidade, sustentando que deviam ser impostas mesmo que à força a todo o mundo.

Deixemos que sua obra fale por si (confesso que me diverti muito com algumas colocações sem pé nem cabeça) :

“Nossas crenças estão nos levando, inexoravelmente, a matar uns aos outros porque, além de não existir apenas uma crença elas são incompatíveis entre si. O princípio central de cada tradição é que todas as outras são apenas repositórios de erros Assim, a intolerância é intrínseca a todos os credos. A certeza da vida futura é simplesmente incompatível com a tolerância nesta vida”.

Esta primeira afirmação destacada da tal “obra”, não poderia estar mais errada. Ora, o princípio central do cristianismo, é que Jesus morreu pelos meus e pelos seus pecados para nos dar a vida eterna. Sequer leva em consideração outros credos como o despreparado autor defende. Mesmo quando confrontado com o islamismo, por exemplo, a última coisa que um verdadeiro cristão faria seria agredi-lo. Matá-lo jamais. O erro não está na Bíblia ou no cristianismo. Está no fanatismo, e, neste ponto, como já afirmei aqui, o autor não é menos fanático que nenhum terrorista conhecido. A imprecação feita pelo autor em questão à “certeza da vida futura” é outra afirmação que perece ante um exame simples. A única coisa que pode dar certeza ao homem de uma vida futura é a certeza da Salvação em Cristo Jesus. Vejamos Como o próprio Cristo ensinou que se poderia conseguir a vida eterna:

“E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 19.16-19).

Diametralmente oposto ao que diz o estulto acusador, o ensino bíblico transmitido pelo Deus encarnado determina de maneira peremptória e imperativa tanto o Não matarás, quanto o amarás o teu próximo como a ti mesmo. O autor não precisaria ser nenhum teólogo para saber disso. Bastaria que tivesse lido a Bíblia. Bastaria que não agisse de maneira preconceituosa e covarde e tivesse se dado ao trabalho de ler o que tenta inutilmente desqualificar.

Outro trecho do tal livro que demonstra a profundidade da ignorância das coisas de Deus na tosca compreensão do autor é o que segue:

“Há muitas palavras de sabedoria, consolo e beleza nas páginas de Shakespeare, Virgílio e Homero, e ninguém jamais assassinou estranhos aos milhares devido à inspiração que encontrou ali. A crença de que certos livros foram escritos por Deus (que, por motivos misteriosos fez de Shakespeare um escritor muito melhor do que Ele mesmo) nos deixa nos deixa impotentes para lidar com a causa mais poderosa dos conflitos humanos, passados e presentes”.

Aqui, não apenas ignorância, mas leviandade e manipulação da verdade. Qualquer um que já tenha visto um ateu defender suas posições, já teve oportunidade de ver que eles sempre questionam a infalibilidade do texto bíblico, alegando que ele “foi escrito por homens, e os homens erram” e que “muitos copistas a reproduziram manualmente”, e que por isso mesmo não se pode ter nenhuma garantia de que o texto bíblico chegou conservado aos nossos dias. Se entre seus argumentos preferidos está o de que foram homens que escreveram a Bíblia, como pode de maneira honesta o tal refutador da verdade alegar honestamente que “a Bíblia foi escrita por Deus” ?

Quanto à infantilidade em alegar que outros textos possuem palavras de “sabedoria, consolo e beleza”, não é a afirmação em si um erro. Mas quem disse que a Bíblia é só isso ? Deixemos que o apóstolo Pedro lhe ensine qual é o conteúdo que não se encontra em nenhum outro livro:

“Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna;” (Jo 6.68).

Não pretendo esgotar o assunto e refutar todo o livro aqui, mas deixo registrada minha disposição de negar completamente a fé e abandonar o Evangelho, caso Harris, ou Dawkins, ou qualquer outro consiga me provar que Deus não existe.

Enquanto isso não acontecer, continuarei orando a Deus para que essas pessoas possam ser alcançadas pelo Evangelho e possam experimentar a maravilhosa certeza da Salvação em Cristo Jesus e a paz que excede todo o entendimento.

Diante de todo o exposto aqui, quero dar um viva a este movimento neo ateísta, pois eles cumprem uma importante função evangelística. Eles onseguem provar sozinhos que seu moimento é de todo baseado na intolerância, na ignorância das coisas de Deus e na incapacidade que têm de aceitar que outros possam ver a verdade que eles mesmos renegaram e desprezaram. Desta forma, por mais que consigam arrastar atrás de si alguns dos mais ignorantes, com toda certeza muitos que se demorarem um pouco mais em suas palavras acabarão por compreender que a única verdade é aquela que libera.(Jo 8.32).

Toda a Honra e toda a Glória ao Criador dos céus e da terra, e de tudo o que neles há.

Existe um movimento denominado “Neo ateísmo” que tem sido celebrado por algumas das cabeças mais vazias de que se tem notícia. Seus expoentes, como o evolucionista Richard Dawkins, e o neo-ignorante Sam Haris, são endeusados por eles, apesar de os mesmos alegarem não acreditar em nenhum deus.

São generosos em sua contradição, pois grande parte de sua “filosofia” é baseada simplesmente na acusação infundada de tudo o que se faz na Igreja. Desta forma, condenam o dízimo, alegando que esta é uma forma da Igreja se enriquecer à custa dos fiéis. Estupidamente, no entanto, os neo ateístas enriqueceram seus deuses (Dawkins, Dennett, Hitchens e outros estultos), comprando tudo que estes escreveram mesmo que sem absolutamente nenhum fundamento científico ou filosófico.

A ciência e a filosofia, diga-se, são as bandeiras que eles alegam estar sempre a seu lado, mas na esmagadora maioria das vezes não há absolutamente nada de filosófico ou de científico em suas alegações.

Constituem, uma triste legião de “Zé-colméias”, pensando ser “mais espertos que a maioria dos ursos”, quando, na verdade, estão virando as costas para o Salvador, que é a única esperança que qualquer ser humano possa ter em sua existência miserável e corrompida pelo pecado.

Acabei de tomar conhecimento de uma matéria veiculada em uma revista pseudo-científica-popular intitulada “Deus está morto?”. A matéria em questão trata dos escritos desse pessoal já citado acima, com especial ênfase ao livro “A morte da fé – Religião, Terror e o Futuro da Razão”, de autoria do também já citado Sam Harris.

O autor em questão, prolífico e prolixo ao rotular todo cristão de “ignorante e fanático”, em sua obra demonstrou ser mais ignorante e mais fanático do que qualquer um dos que ele acusa de maneira irascível e sem qualquer sustentação lógica, científica ou filosófica que seja.

A princípio, Sam Harris apresenta alguns sintomas clássicos da esquizofrenia. Vejamos uma breve descrição dos sintomas dessa doença, conforme o site especializado entendendo a esquizofrenia:

“Os sintomas positivos estão relacionados diretamente ao surto psicótico. Entende-se por surto psicótico um estado mental agudo caracterizado por grave desorganização psíquica e fenômenos delirantes e/ou alucinatórios, com perda do juízo crítico da realidade. A capacidade de perder a noção do que é real e do que é fantasia, criação da mente da própria pessoa, é um aspecto muito presente nos quadros agudos da esquizofrenia.”

Basta uma leitura superficial da obra de Sam Harris, para que qualquer leigo perceba em seus escritos os sintomas citados acima. . Harris simplesmente cria realidades para se adequar à sua ideologia, maquiando fatos, e usando de estratégias de se criar o medo nos leitores. Harris é um fanático, da espécie mais perigosa. Completamente maluco, acredita que sua maluquice é uma verdade. Harris cria realidades particulares que possam se adequar ao seu ideário doentio e fundamentalista, maquiando fatos de maneira descarada, e usando de estratégias rasteiras para infundir o medo em seus leitores.

A ideologia de Harris pode ser comparada à de malucos famosos e extremamente perigosos, como Osama Bin Laden ou Adolf Hitler, afinal, os dois últimos também defendiam que suas idéias de intolerância e ódio constituíam o único caminho para a humanidade, sustentando que deviam ser impostas mesmo que à força a todo o mundo.

Deixemos que sua obra fale por si (confesso que me diverti muito com algumas colocações sem pé nem cabeça) :

“Nossas crenças estão nos levando, inexoravelmente, a matar uns aos outros porque, além de não existir apenas uma crença elas são incompatíveis entre si. O princípio central de cada tradição é que todas as outras são apenas repositórios de erros Assim, a intolerância é intrínseca a todos os credos. A certeza da vida futura é simplesmente incompatível com a tolerância nesta vida”.

Esta primeira afirmação destacada da tal “obra”, não poderia estar mais errada. Ora, o princípio central do cristianismo, é que Jesus morreu pelos meus e pelos seus pecados para nos dar a vida eterna. Sequer leva em consideração outros credos como o despreparado autor defende. Mesmo quando confrontado com o islamismo, por exemplo, a última coisa que um verdadeiro cristão faria seria agredi-lo. Matá-lo jamais. O erro não está na Bíblia ou no cristianismo. Está no fanatismo, e, neste ponto, como já afirmei aqui, o autor não é menos fanático que nenhum terrorista conhecido. A imprecação feita pelo autor em questão à “certeza da vida futura” é outra afirmação que perece ante um exame simples. A única coisa que pode dar certeza ao homem de uma vida futura é a certeza da Salvação em Cristo Jesus. Vejamos Como o próprio Cristo ensinou que se poderia conseguir a vida eterna:

“E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 19.16-19).

Diametralmente oposto ao que diz o estulto acusador, o ensino bíblico transmitido pelo Deus encarnado determina de maneira peremptória e imperativa tanto o Não matarás, quanto o amarás o teu próximo como a ti mesmo. O autor não precisaria ser nenhum teólogo para saber disso. Bastaria que tivesse lido a Bíblia. Bastaria que não agisse de maneira preconceituosa e covarde e tivesse se dado ao trabalho de ler o que tenta inutilmente desqualificar.

Outro trecho do tal livro que demonstra a profundidade da ignorância das coisas de Deus na tosca compreensão do autor é o que segue:

“Há muitas palavras de sabedoria, consolo e beleza nas páginas de Shakespeare, Virgílio e Homero, e ninguém jamais assassinou estranhos aos milhares devido à inspiração que encontrou ali. A crença de que certos livros foram escritos por Deus (que, por motivos misteriosos fez de Shakespeare um escritor muito melhor do que Ele mesmo) nos deixa nos deixa impotentes para lidar com a causa mais poderosa dos conflitos humanos, passados e presentes”.

Aqui, não apenas ignorância, mas leviandade e manipulação da verdade. Qualquer um que já tenha visto um ateu defender suas posições, já teve oportunidade de ver que eles sempre questionam a infalibilidade do texto bíblico, alegando que ele “foi escrito por homens, e os homens erram” e que “muitos copistas a reproduziram manualmente”, e      que por isso mesmo não se pode ter nenhuma garantia de que o texto bíblico chegou conservado aos nossos dias. Se entre seus argumentos preferidos está o de que formam HOMENS que escreveram a Bíblia, como pode de maneira honesta o tal refutador da verdade alegar honestamente que “a Bíblia foi escrita por Deus” ?

Quanto à infantilidade em alegar que outros textos possuem palavras de “sabedoria, consolo e beleza”, não é a afirmação em si um erro. Mas quem disse que a Bíblia é só isso ? Deixemos que o apóstolo Pedro lhe ensine qual é o conteúdo que não se encontra em nenhum outro livro:

“Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna;” (Jo 6.68).

Não pretendo esgotar o assunto e refutar todo o livro aqui, mas deixo registrada minha disposição de negar completamente a fé e abandonar o Evangelho, caso Harris, ou Dawkins, ou qualquer outro consiga me provar que Deus NÃO existe.

Enquanto isso não acontecer, continuarei orando a Deus para que essas pessoas possam ser alcançadas pelo Evangelho e possam experimentar a maravilhosa certeza da Salvação em Cristo Jesus e a paz que excede todo o entendimento.

Diante de todo o exposto aqui, quero dar um viva a este movimento neo ateísta, pois eles cumprem uma importante função evangelística. Eles onseguem provar sozinhos que seu moimento é de todo baseado na intolerância, na ignorância das coisas de Deus e na incapacidade que têm de aceitar que outros possam ver a verdade que eles mesmos renegaram e desprezaram. Desta forma, por mais que consigam arrastar atrás de si alguns dos mais ignorantes, com toda certeza muitos que se demorarem um pouco mais em suas palavras acabarão por compreender que a única verdade é aquela que libera.(Jo 8.32).

Toda a Honra e toda a Glória ao Criador dos céus e da terra, e de tudo o que neles há.

16 Comentários para " Queime antes de ler (um viva ao neo ateísmo) "

  1. Terezinha Maria disse:

    Olá irmão Georges! Como semre sou grata, pelas suas contribuições que são grandes! Diante de tantas “loucuras” em nome da sabedoria humana, fico com as palavras do Espírito Santo, que inspirou o ap. Paulo; “…pois nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, E EM GRANDE TREMOR,…”, pois os dias são maus.Bem-aventurados (mais do que felizes) todos aqueles que receberam a Verdade que liberta;SÓ JESUS CRISTO!
    Convém que Ele cresça e que eu diminua!
    Deus continue usando-o!

  2. Rick Moreno disse:

    Olá bom dia.

    Primeiramente eu sou ATEU, mas nao vim aqui para causar brigas.

    Bom, recebi hoje um email do seu site me mandando os posts, não sei porque eu estou em sua lista de endereços, mas já que recebi, eu li.

    Eu acho que o neo-ateísmo é um fanatismo como outro qualquer, assim como dentro da categoria cristãos existem cristãos que cometem atrocidades em nome de sua fé (Hitler, por exemplo, era cristão) , no ateísmo também existe.

    Sou contra o neo-ateísmo, acho que o Dawkins só fala bobagem, mas sou à favor do respeito e da laicidade. Eu acho que os neoateus e os “soldados de jesus” tem uma coisa em comum: ambos “querem falar mas nao querem ouvir”; esse é o grande problema, as pessoas nao param para ouvir o que as outras tem a dizer. Eu tenho a minha crença (ou no caso a minha descrença) mas em vez de tentar provar que deus nao existe, ou atacar as igrejas, eu paro para pensar, e tenho curiosidade de saber, o que leva uma pessoa a seguir determinada religiao senão outra.

    Bom, eu só gostaria de ressaltar que acho inadmissivel rotular os ateus pelas ações dos neoateus, nao pelo fato de eu ser ateu, mas seria o mesmo de eu ver na TV um padre católico cometer pedofilia e sair por aí gritando aos ventos que TODOS OS CATÓLICOS SÃO PEDÓFILOS… ou falar que todos os pastores escondem dinheiro dentro da Biblia.. bom, de qualquer forma, a rotulagem sempre será uma coisa ruim, e odiar uns aos outros é o pior dos defeitos que um homem pode ter.

    Infelizmente a OLÉ (Ordem da Laicidade do Estado) não deu muito certo no Brasil, mas estamos lutando para isso. Hoje temos muitas ongs que tentam driblar o preconceito religioso, e vamos combater isso até conseguirmos ser respeitados, eu mesmo tenho conversado com muitos neoateus, pedindo para eles NAO MANCHAREM a “imagem” dos ateus, que hoje é uma imagem boa, pelo menos do ponto de vista acadêmico…

    desculpe por falar de mais, mas foi voce que começou me mandando este email [risos]

    um abraço;
    Que teu deus engrandeça-te.
    Ricardo Moreno (ricklnd)

    • Crédulo disse:

      (Hitler, por exemplo, era cristão)
      Aiai… Desculpa cara, mas se cê manjasse um tntinho, saberia quwe Hitler era mais mentiroso que o Presidente! Afirmar isso é como afirmar que o Papa é muçulmano.

  3. Roberto Vargas Jr. disse:

    Caro Ricardo Moreno,
    Não sei como você pensa, mas duas afirmações (ou conceitos) suas devem ser melhor esclarecidas. Se não para você, para os demais que por aqui passarem. E adianto que sua postura educada e seu argumento contra a generalização injusta bastam para que nos tratemos com respeito mútuo.

    1) Laicidade
    Laico não significa ateu. O Estado ser laico não significa ser também antireligioso. E nem significa que argumentos religiosos não devam ser ouvidos. Significa simplesmente que o Estado não adota uma posição religiosa (ou seus argumentos como finais). Estado a-religioso, não-religioso é o que significa laico.

    2) Ateísmo
    Você faz bem em dizer que tem suas crenças. A descrença é na realidade uma crença: “creio no não-deus”. Apenas um agnóstico pode ser negativo quanto suas crenças, porém ele deve afirmar igualmente “não creio em deus” e “não creio em não-deus”, sob pena de não passar de um tipo de deísta ou um ateu que procura evitar o ônus de sua prova (como um cético que fala, contradizendo-se ao falar). Em todo caso, teísmo, deísmo, ateísmo ou mesmo o agnosticismo são sempre posições religiosas. São um postura diante da religião.

    Em outra palavras, laicidade ou ateísmo não são sinônimos de neutralidade religiosa. Nem a razão é neutra nem os atos humanos! Na vida comum como na academia.
    Assim, falar em “preconceito religioso” é nada mais que preconceito religioso.

    Abraço,
    Roberto

  4. Rick Moreno disse:

    Perdoem-me a demora para responder, é que eu realmente nao recebi atualização no meu email, achei que receberia. Mas enfim:

    1) Laicidade
    Eu faço parte de uma ONG laica, e tenho muitos contatos políticos à respeito do assunto laicidade, então (não querendo fazer chacota, mas…) eu sei bem o significado da palavra. Me desculpe se eu fiz alguma associação da Laicidade com o Ateísmo, realmente não são sinônimos, até mesmo porque temos grupos religiosos dentro do debate laico, só não temos um grupo católico, mas temos espíritas, ubandistas, anguns evangélicos… enfim, pessoas interessadas em desligar o estado do catolicismo, as religioes não cristãs principalmente, são as mais afetadas com a falta da laicidade, e os ateus servem como mediadores, ou seja, para mim não faz diferença ter um crucifixo em um tribunal ou qualquer outro simbolo, já que não creio, porém para alguém que segue uma religião não-cristã pode ser ofensivo, assim como seria ofensivo para um cristão se fosse pendurado a cabeça de um bode lá. Por questões como essa, os ateus tornam-se neutros, e organizações como a “Comunidade Ubandista do Brasil” acabam escolhendo os ateus para representá-los perante a política do nosso país… por questões não religiosas, mas sim imparciais.

    2) Ateísmo
    Respeito sua opinião, mas devo dizer que particularmente eu discordo. Não acho que “descrença” seja um tipo de crença, pois (pelo menos na minha mente) comparando com outros exemplos de outros contextos a associação perde o sentido, seria o mesmo que dizer que “careca” é uma cor de cabelo e “sede” um tipo de bebida ou “vácuo” um tipo de gás, em meu humilde conhecimento, não consigo associar a Ausência à um tipo de Presença. Quanto ao ônus da prova, ele aplica-se à quem afirma e nunca à quem nega, afinal é impossível uma pessoa provar que “não existe uma coisa que não existe” não estou falando de deus, mas de qualquer outra coisa, por exemplo: “Você pode provar que não existem duendes invisíveis na superfície da Lua?”

    Um grande abraço.
    Ricklnd

    • Caro “Rick Moreno”:

      Desativei o envio de atualizações ao seu e-mail após seu comentário anterior, pois você tinha deixado claro que NÃO gostaria de receber e-mails nossos e por respeito a sua pessoa e às suas convicções não permiti que mais nenhum e-mail lhe fosse enviado.
      Fico feliz em perceber que me enganei, e as notificações para seu e-mail serão reativadas.

      Em Cristo,
      Georges Nogueira.

  5. Roberto Vargas Jr. disse:

    Rick,
    Do mesmo modo respeitoso:
    1) Não existe imparcialidade. A neutralidade é um mito, ainda que seja amplamente aceita de forma tão dogmática por muitos que se recusam dogmáticos. Mas, de fato não vale muito a pena debater isso aqui (entre outras coisas por questões de espaço). Assim, prefiro deixá-lo com sua crença na imparcialidade sem argumentarmos sobre isso. Quanto à questão do crucifixo, a mim pouco importaria qualquer símbolo religioso em qualquer local público. Isto não tem a ver com religião, mas com cultura. A liberdade religiosa (e de outros tipos também) que temos é fruto de uma cultura judaico-cristã do qual o crucifixo é símbolo via catolicismo. Esta herança cultural que possibilita o próprio laicismo deveria ser respeitada por qualquer pessoa que usufrua da liberdade que tem.
    2) Direito seu discordar. Mas não muda o fato nem a lógica. A afirmação de uma ausência continua ser afirmação e sua veracidade demanda o mesmo ônus de prova que a afirmação da não-ausência (se é que exigimos provas!). Quanto ao tipo de prova, bem, entraríamos em um campo ainda mais árduo para a discussão e também não vale a pena. Mas dá para exemplifica, ainda que vagamente, pela prova da pergunta feita. Ela é bem fácil de responder, tendo em vista que um duende é um ente físico: bastaria vigiar a lua inteira e teríamos a resposta! Mas talvez você considere duendes como algum tipo de ente etéreo. Ou quem sabe pense naquele ente de certos contos que nunca aparece aos nossos olhos. Nestes casos, nossa investigação certamente teria que ter outros rumos!
    Não espero que concordemos. Nossas posições partem de pressupostos bem diversos. Por isso mesmo, não somos neutros.
    Abraço,
    Roberto

  6. Rick Moreno disse:

    Bom, geralmente eu não gosto de receber emails de blogs religiosos, pois a maioria deles ou tentam obcessivamente me converter ou me tratam com sumo desprezo.
    Mas gostei da forma como fui tratado.

    Normamente eu não acompanho blogs, leio alguns poucos artigos, mas sempre acompanho os posts que eu respondo. Porque gosto de ver como as pessoas percebem meus pensamentos, o que me faz crescer pessoalmente.

    O que eu quis dizer antes, foi que embora eu não quisesse receber atualizações do site, eu gostaria de receber as “respostas” do que eu escrevi aqui, ou seja, deste post.

    =D

  7. Terezinha Maria disse:

    Sabe o que o homem transparece, quando ele nega a existência de Deus? Auto-suficiência. A própria centralidade no nosso ego faz com que nos sintamos falsamente poderosos! ( Não estou me dirigindo à ninguém especificamente, mas generalizando, pois não existe um só ateu,eu mesma era uma.) Só que independente de crermos ou não Ele existe, e o Universo inteiro está sob o Seu controle.O único problema, que sobra, é para quem não quer, não deseja, conhecê-LO, pois fica à mercê das circunstâncias. Basta uma crise mais acentuada alterando a nossa rotina, que se vê obrigado a clamar, como eu olhei para os Céus à 16 anos atrás:”Deve haver algo ou Alguém superior para me ajudar”. Meus queridos: continuo afirmando, que enquanto podemos sustentar nosso ego do que somos, do que realizamos, das nossas idéias e filosofias que são tão dignas de serem admiradas, prosseguiremos ensoberbecidos, mesmo sem se dar conta disso .mas quem nos garante que vai ser sempre assim?
    Com desejo

  8. Terezinha Maria disse:

    Com desejo de que O Senhor abra os olhos de todos, para a Sua Auto-suficência(El Shadai), e nos torne conscientes de nossa miséria humana,nos torne mansos e HUMILDES, para obtermos a verdadeira sabedoria, deixo o meu abraço

  9. Terezinha Maria disse:

    Eu nunca conheci um ateu, que não tivesse uma ponta de exibicionismo de que ele está no topo. Eu percebo em todos, os que já tive oportunidade de ouvir, que há uma clara intenção de desafio arrogante contra os Céus. Mas quando Deus na Sua infinita graça e misericórdia resolve atraí-lo, o homem não sabe nem discernir o que ocorreu dentro de si. À proporção que ele se rende, o próprio Deus prossegue lhe participando os Seus segredos! Salmos 25:14
    abços

  10. Hellen disse:

    “existência miserável e corrompida pelo pecado”
    Bela descrição da sua própria vida.

  11. Cara Hellen:
    Seu comentário foi de grande valia, pois me ajudou a comprovar minha tese acerca da estupidez dos neo-ateístas.
    As palavras do artigo que você repetiu, que estão no quarto parágrafo, falam da existência miserável e corrompida pelo pecado de qualquer ser humano. Como eu sou um ser humano, minha vida está incluída. E a sua também. Se você for um ser humano, claro.
    Desta forma, seu comentário está correto. Bela descrição da sua própria vida, e da minha também!
    Quanto à sua covardia em informar um e-mail inexistente (Hellenzinhaaa@gmail.com), este seria um motivo para não publicar seu comentário. Mas você foi tão inofensiva e vazia em sua tentativa, que foi mais divertido e mais proveitoso publicá-lo.

    Mesmo que você volte muitas vezes aqui destilando ódio por mim, faço com você o compromisso de orar pela sua conversão.

    Quando acontecer, volte para nos dar seu testemunho!
    Em Cristo,
    Único nome pelo qual importa sejamos salvos,
    Georges Nogueira.

  12. Uilder César disse:

    Como é acreditar em uma coisa que você não possa ver? Isso torna você mais racional? Acredito que acreditar no que não se ver é bem mais racional.

  13. Olivar Alves disse:

    É por isso que a fé (não essa fé comum, crença) mas, a fé que leva um pecador miserável como eu e você a entregar a vida a Deus, é “dom de Deus” (Ef 2.8-10)…


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