• A igreja inútil

    A igreja inútil

    Quando O Espírito Santo de Deus capacitou os discípulos que se reuniam em oração para a festa judaica da colheita, Ele os capacitou para falarem outras línguas. Falando em outras línguas, aqueles homens se puseram a conversar com homens piedosos, vindos de “todas as...

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  • Sou ameaçado por falar a verdade. Aleluia!

    Sou ameaçado por falar a verdade. Aleluia!

    Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão...

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  • Os mensageiros de Deus num mundo em decadência

    Os mensageiros de Deus num mundo em decadência

    Por Rev. Olivar Alves Pereira * Quando eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se...

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  • Mais que vendedores?

    Mais que vendedores?

    “Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Rm 8.37). O versículo bíblico acima constitui verdadeira pérola do triunfalismo vazio que viceja em nossas igrejas atuais e a tantos tem afastado do verdadeiro Evangelho do...

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  • A nossa luta contra o pecado

    A nossa luta contra o pecado

    Por Rev. Olivar Alves Pereira * Sabe aquela explosão de ira que temos quando alguém faz algo que nos ofende ou nos faz sentirmos injustiçados? Pois é, o nome disso é falta de domínio próprio e isso é pecado. E aqueles pensamentos impuros de ordem sexual que...

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  • Do julgamento (exegese de Mt 7.1-2)

    Do julgamento (exegese de Mt 7.1-2)

    Para perfeita compreensão deste artigo, é recomendável a leitura prévia deste artigo, e indispensável a leitura deste artigo. “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão...

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  • A escolha de Esaú

    A escolha de Esaú

    Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Ele respondeu: Estou...

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  • Basta, Malafaia!

    Basta, Malafaia!

    “Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” (Gl 3.3) Tenho a obrigação moral de corrigir uma falha terrível com aqueles que acompanham este blog e com aqueles que de alguma forma acreditam na minha...

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  • A microbíblia do pós cristianismo

    A microbíblia do pós cristianismo

    ” Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3.16). A bíblia dos dias de hoje é bem mais prática e mais sintética que a Bíblia de antigamente. Em tempos de...

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  • O convite de Jesus

    O convite de Jesus

    “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mt...

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Comemorar ou não comemorar o natal?

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Feliz Natal

Feliz Natal

Os cristãos devem celebrar o Natal? Para responder a esta pergunta, como a qualquer outra, devemos recorrer às Escrituras. Mas o que fazer quando a Palavra de Deus não diz nada sobre um assunto específico? Ora, não há sequer uma palavra em toda a Bíblia que diga que se deve observar a data do natal. Também não há nenhuma palavra que o proíba.

O arianismo e o concílio de Nicéia

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O Concílio de Nicéia

O Concílio de Nicéia

O século quarto deu início ao período em que a Igreja começou a delinear a manifestação de sua crença, tal como é até os dias de hoje. Este processo se deu através da superação de várias divergências teológicas. Nos séculos anteriores, como já dissemos aqui, Jesus Cristo era o assunto fundamental do pensamento da Igreja, como deveria ter sido sempre.

A praga do gnosticismo

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O traidor é o patrono dos gnósticos

O traidor é o patrono dos gnósticos

O termo gnosticismo deriva da palavra grega gnosis (conhecimento). Foi um movimento que se alastrou pelo oriente e em especial pela Ásia Menor no século segundo. Os gnósticos defendiam que possuíam conhecimentos espirituais secretos e elevados que, segundo os próprios, tornava-os superiores aos cristãos comuns que não tinham o mesmo privilégio. O grande perigo do gnosticismo residia em sua semelhança com o cristianismo, o que causava grande confusão entre alguns cristãos

492 anos da liberdade protestante!

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Cena do fillme Lutero: as 95 teses.

Cena do fillme Lutero: as 95 teses.

Quando anunciei estes artigos acerca da Reforma Protestante no início do mês, tinha a intenção de postar alguns textos sobre os períodos mais relevantes da história da Igreja, e neste dia 31 de outubro culminar com um texto específico sobre a Reforma em si.

A paganização da Igreja sob Constantino

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Local da vitória de Constantino sobre Maxêncio
Ponte Mílvio: local da vitória de Constantino sobre Maxêncio.

Como já vimos nos posts anteriores, as duras perseguições à Igreja de Jesus permaneceram até o ano 311, quando o imperador romano do oriente Gaius Galerius Valerius Maximianus, então às portas da morte, publicou o Édito da Tolerância, descriminalizando do cristianismo junto com seu César Licínio e pediu orações aos cristãos pelo seu restabelecimento.

Política romana do século IV: Constantino e a Igreja

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O símbolo de Constantino

O símbolo de Constantino

Roma foi palco da maior de todas as mudanças políticas de sua história no início do século quarto. O famoso édito de Milão mudou definitivamente a história mundial, como discutiremos adiante. Voltemos, contudo para o governo ocidental de Constâncio I, também conhecido como Cloro (o pálido), que durou de 305 a 306. Foi pai de Constantino, chamado “o Grande” e foi casado com Júlia Helena, sobre cuja origem os historiadores não estão de acordo

A Igreja no século terceiro: romanização e paganização

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A paganização da Igreja

A paganização da Igreja

A dinâmica do desenvolvimento da Igreja no século terceiro apresentou poucas novidades em relação ao ocorrido no século segundo e já exposto nos posts anteriores. Antes, o século terceiro foi palco do aprofundamento dos problemas vividos nos século segundo, e de uma profunda mudança organizacional na Igreja, que visava proteger a fé e resistir aos ataques externos que nesse século se dariam tanto por parte dos imperadores romanos quanto das heresias que tentavam a todo custo perverter a sã doutrina do Evangelho.

A Igreja e a crise do terceiro século em Roma

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Panteão Romano: templo de todos os deuses

Panteão Romano: templo de todos os deuses

Crise do terceiro século foi o nome dado a uma série de acontecimentos catastróficos ocorridos no Império Romano ao longo do século III, ou mais precisamente do ano 235 ao ano 284.Já naquele século, as relações entre Cristianismo e império romano haviam se transformado, embora nem todos tivessem percebido.

Política do império romano no terceiro século parte IV

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Escultura representando o tetrarcas de Roma

Escultura representando o tetrarcas de Roma

A rejeição do exército romano a Carino, culminou na eleição de Diocles, oficial do Estado-Maior, que assumindo a púrpura imperial, assassinou Aper pessoalmente. Esse mesmo Diocles passou à História como o imperador Diocleciano. Em 285, Carino foi morto em combate perto de Belgrado e Diocleciano passou a controlar todo o império.

Política do império romano no terceiro século parte III

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Efígie de Carino

Efígie de Carino

Galiano foi sucedido por Cláudio II, considerado o primeiro dos imperadores ilírios, militares de carreira oriundos de uma província de romanização tardia, homens humildes e com quase nada da instrução literária refinada da elite romana tradicional, centrada no Senado, que haviam ascendido aos postos mais elevados nas fileiras do exército romano exclusivamente por mérito profissional, todos fanaticamente convencidos da grandeza de Roma e da eternidade do Império, que a partir daí iriam dirigir os destinos do Império no sentido da sua cada vez maior militarização e burocratização. Apesar disto, foi divinizado pelo Senado após sua morte.