
Pode o cristão julgar?
Para perfeita compreensão deste artigo, é recomendável a leitura prévia
deste artigo, e indispensável a leitura
deste artigo.
“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.” (Mt 7.1-2).
Os dois versículos em questão estão contidos em um dos discursos de Jesus acerca do Reino de Deus. Este discurso é também conhecido como o “sermão da montanha”, em alusão ao fato de ser todo ele proferido de um monte onde o Senhor subiu para poder ensinar à multidão.

Leitura de Mateus
para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. (Ef 4.14).
Mandam as boas normas da Hermenêutica que se analise o livro a ser abordado, informando, principalmente, quem escreveu o livro, qual seria seu público alvo e seu contexto histórico. Conforme anunciado nos últimos posts, muitos dos versículos mais distorcidos hoje em dia estão no Evangelho de Mateus. Como se faria deveras cansativo e desnecessário repetir a análise do livro ao estudar cada um dos versículos, este é um artigo preparatório que será devidamente citado sempre que o versículo em apreço estiver contido no Evangelho de Mateus.
Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta Isaías e perguntou: Compreendes o que vens lendo? (At 8.30).
O grande mal que atinge muitos cristãos hoje em dia é o da falta de leitura e/ou compreensão da Bíblia por parte dos mesmos. Conforme já expus neste post, a distorção e a falta de entendimento do que nos diz a Bíblia, constituem um poderoso veneno espiritual que, ao contrário do que deveria, nos afasta do Evangelho a ponto de negarmos a suficiência sacrifício da cruz. Muito embora eu esteja tratando dos cristãos de hoje em dia, este não é um problema novo.

Pregar o Evangelho a TODA criatura!
Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo (Cl 2.8).
Em discussão recentemente travada em outro blog, fui desafiado por um jovem que tentava me convencer de uma das peculiaridades de um cristianismo que embora eu compreenda e respeite, me é estranho, por ter seus fundamentos firmemente estabelecidos sobre uma doutrina humana. Neste ponto, a afirmação de que “Embora eu compreenda e respeite” deve receber especial ênfase.

- Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros!
Segue abaixo comentário que recebi em outro post deste blog e que pode ser lido com seu texto original Neste Link.
“Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias.

Jesus consumia vinho alcoólico?
Agora que já conceituamos o que é vinho (neste link)e já estudamos sobre o vinho no Antigo Testamento (neste link), vamos ver o que nos diz o Novo Testamento acerca do vinho.
A palavra grega mais utilizada para se referir a vinho no Novo Testamento é “oinos”. Quer na Bíblia, quer na literatura secular da época. Esta palavra, assim como a “yayin” do Antigo Testamento, pode referir-se aos dois tipos de suco de uva: o não-fermentado e o fermentado.

Yayin ou tirosh?
No artigo anterior, vimos como é o processo da transformação do sumo da uva em vinho, e algumas técnicas utilizadas nos tempos bíblicos para conservar o suco fresco e impedir que se transformasse em vinho. Agora, veremos o que dizem as escrituras acerca do consumo do vinho, começando, obviamente, pelo Antigo Testamento.
Pode o cristão consumir bebida alcoólica?
Para responder à pergunta, devemos, como sempre, recorrer à Bíblia Sagrada. Alguns defensores da idéia de que o vinho pode ser consumido, costumam citar as passagens de Gn 9:20-27, que narra a embriaguês de Noé, e Gn 19:31-38 que conta a história da gravidez das filhas de Ló.
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